domingo, outubro 24, 2010
quinta-feira, março 05, 2009
Ideias simples, simples ideias
Retirado daquiPois é. Ideia tão simples que, de certeza, já está na agenda do Conselho de Ministros. Assim como não deve tardar a notícia de que os tais novos edifícios escolares vão ser todos equipados com painéis solares e sistemas de aproveitamento das águas pluviais e de reciclagem das águas residuais. Isto, para já não falar da monitorização da qualidade do ar e da utilização de materiais de construção de reduzido impacto ambiental. Mais: ninguém duvida de que os estímulos à instalação de painéis solares, vão ser alargados a todos os portugueses, esclarecidas todas as dúvidas e, por uma vez, sem suspeitas e trapalhadas afins. E só devem estar à espera do aproximar das eleições para anunciar que todos os edifícios sob a responsabilidade do Estado (ou, pelo menos, os mais usados) vão ser alvo de obras de modo a reduzir o seu consumo de energia. Também já deve estar no bloco de notas do nosso primeiro-ministro, a directiva para que a frota automóvel de todos os serviços seja constituída por viaturas de baixo consumo e passe, obrigatoriamente, a reutilizar os pneus, através da recauchutagem.
Ideias simples, que mexem na Economia, reorientando consumos, estimulando actividades e acrescentando-lhes valor. Ideias simples, que “conciliam” economia com ambiente. Ideias simples, de quem sabe que os exemplos vêm de cima. Talvez merecessem mais do que serem... simples ideias.
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quinta-feira, julho 17, 2008
Estava-se mesmo a ver...
Vítor Constâncio falou e disse: é preciso discutir a opção nuclear: Não fosse curta a memória dos homens e de consumo rápido as notícias dos “media” e todos se recordariam de que Durão Barroso já tinha dito o mesmo. Há mais de um ano.Perante o aumento do preço do petróleo e o agravamento da crise ambiental, exigiam-se medidas mais decididas que combatessem o desperdício, reduzissem o consumo e estimulassem opções alternativas. Ora, entre nós, para além das eólicas de reduzido efeito imediato e de um regulamento para edifícios novos (em vigor desde o início deste mês) de cuja aplicação prática já muitos duvidam, nada se fez. E devia, já que é consensualmente reconhecida a ineficiência energética da maioria das nossas unidades industriais e da nossa construção, não se investe em alternativas ao transporte individual rodoviário e é chocante saber que usamos menos a energia solar do que países como a Áustria ou a Alemanha- se há “pecado” de que o “bloco central” não pode ser acusado, é o de enervar interesses instalados.
Por isso, não causam admiração as declarações de Durão e Constâncio. Estão de acordo com o que defendem enquanto paradigma de crescimento, e contam com o apoio dos que bem sabem que até a morte pode ser uma oportunidade de negócio. Assim a tenham (a oportunidade). Mas... isso depende de nós.
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sexta-feira, julho 11, 2008
O carro eléctrico
A leva anunciadora do nosso governo, fez-nos recordar este episódio. Confrontados com o desespero de uma população que passa dificuldades, agravadas pelo brutal aumento do preço do petróleo, eis que o governo tira da cartola uma série de projectos e de promessas, para dar a entender que tem a situação controlada. Capacetes anti-Skylab.
Um dos projectos, foi o do carro eléctrico. Cerimónia pública virada para as câmaras, José Sócrates anunciou o protocolo assinado com a Renault-Nissan . Estes constroem a viatura e o governo compromete-se a criar condições para o carregamento e mudança das baterias do automóvel e garantir benefícios fiscais. Imposto automóvel limitado a 30%, disse José Sócrates e aqui começaram as dúvidas. Porquê 30%, se a lei actual isenta por completo “veículos não motorizados, bem como os veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis”?
Depois, para quem, como nós, nem a bateria do portátil consegue ter em condições, essa história da autonomia de 200 quilómetros, mais equipamento especial para mudar bateria que leva, no mínimo, 26 minutos a carregar, fez uma enorme confusão. Não será que se estão a construir aeroportos para a Passarola de Bartolomeu de Gusmão? É que, projectos de viaturas movidas através de energias mais ou menos alternativas, é coisa que não falta. Um desses projectos, até está a ser desenvolvido com o apoio da Câmara Municipal do Porto. Não serve? O governo não sabia? Pode garantir que o protocolo agora assinado é a melhor solução? Tudo parece meio precipitado, sem grande critério, só para mostrar que se faz alguma coisa.
Por tudo isto e até prova em contrário, o único carro eléctrico que nos convence é precisamente aquele com que uns tantos iluminados quiseram acabar, já depois de se conhecerem os efeitos do primeiro choque petrolífero. Além do mais, tinha a vantagem de ser transporte colectivo, sector que, inexplicavelmente, o governo continua a ignorar.
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sexta-feira, julho 04, 2008
Poupar energia
De acordo com os responsáveis locais, os trabalhadores receberam bem a proposta. Na prática, vão trabalhar dez horas diárias durante os quatro dias (mais 2 do que o horário normal), havendo uma rotatividade que garanta o funcionamento dos diversos serviços durante cinco dias por semana.
Outros serviços e outras localidades estão a estudar a adopção dos 4 dias semanais de trabalho (não confundir com o que foi recentemente aprovado em Portugal).
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sexta-feira, junho 06, 2008
Para guardar em local seco-IV
Ideias de outros que interessa guardar. Para consumir mais tarde ou para reproduzir em futuras sementeiras.A auto-suficiência que não temos
Os números de auto-suficiência da produção alimentar do país não são brilhantes, excepto no caso do leite e do vinho, em que a produção excede o consumo interno. Entre os cereais, o arroz ainda é aquele onde se atingem taxas mais elevadas, chegando aos 74 por cento. Nos restantes, o panorama é desolador: o trigo situa-se em cerca de dez por cento e o milho em menos de 33 por cento.
(...)
toda a produção animal intensiva depende de rações e, neste caso, o país importa 80 por cento de matéria-prima (cereais) utilizada nesta indústria- Público.
Agro-urbanismo
Muitas vezes, quando ouvimos falar na contaminação das águas, surge logo a imagem de que algo de grave ocorreu na água que existe à superfície. No entanto, da pouca água doce disponível (aproximadamente 3%), 30% são águas subterrâneas. Na nossa região, as águas subterrâneas são exploradas utilizando poços e furos artesianos, maioritariamente para uso privado. Muitas vezes, esta exploração torna-se abusiva, devido à falta de controlo no que diz respeito à abertura e exploração dos furos, contribuindo para uma diminuição de volume dos aquíferos- Desenvolvimento Sustentado.
Pela preservação do vale do rio Paiva- petição
Somos um grupo de cidadãos mobilizados de forma simples e humilde, empenhados na defesa e preservação do vale do Rio Paiva, classificado como um Sítio de Importância Comunitária (S.I.C.) da Rede Natura 2000, e que abrange os concelhos de Castelo de Paiva, Cinfães, Arouca, Castro Daire, S. Pedro do Sul, Vila Nova de Paiva, Satão, Sernancelhe e Moimenta da Beira.
Os subscritores deste Manifesto lançam um grito de alerta para a necessidade urgente da preservação dos habitats do bacia hidrográfica do rio Paiva, para que todo este Património possa ser entregue aos vindouros em bom estado de conservação (...)- ver aqui, com petição para assinar.
Há países assim
A partir do Quinta do Sargaçal, chegamos aqui. Para ver como os outros pensam as energias alternativas.
Sinais preocupantes
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Trinta e três
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