segunda-feira, outubro 21, 2013
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
Mira Vouga
O actual Instituto Missionário Marista já foi em tempos o Hotel Mira-Vouga que por sua vez foi a Pensão Mira-Vouga. A passagem a Hotel esteve relacionada com o aumento do tamanho inicial da Pensão, tanto em número de quartos como em serviços oferecidos. Já aqui foram mostradas as imagens da Pensão original e da versão final do Hotel. Existiu no entanto um estado intermédio (pouco documentado) pois o aumento não foi feito todo de uma vez. Repetimos as imagens anteriores e apresentamos uma nova de 1940 ou do fim dos anos 1930, do tempo em que o "Palácio-Pensão" tinha o telefone n.º 10.
Depois de termos mostrado este postal do fim dos anos 1930:
E este de meados dos anos 1950:
Mostramos agora este de 1940 / fim dos anos 1930.
Embora não havendo referência ao editor deste postal, suponho que terá sido emitido pela Pensão Mira-Vouga dado ser da mesma série de um outro, correspondente a uma vista parcial de Vouzela, mas que destaca o "Mira-Vouga" com impressão do nome na própria frente do postal, o que não é muito vulgar. Talvez quisessem mostrar a quem chegava de comboio onde ficava a pensão.
Adenda: já em tempos esta imagem do Mira-Vouga aqui tinha sido mostrada pois faz parte de um panfleto de 1940. Sendo assim estes postais devem ser do fim dos anos 1930 ou de 1940.
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CP
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quinta-feira, dezembro 02, 2010
A propósito do Hotel Mira Vouga
Já mais do que uma vez publicámos imagens do antigo Hotel Mira Vouga (actuais instalações dos Maristas), tendo surgido algumas dúvidas sobre a data da sua inauguração. Foi isso mesmo que nos chamou a atenção, neste pequeno texto publicado no "Notícias de Vouzela" de 1 de Setembro de 1938, onde se realçava o facto de, "apenas com um mês de existência", o número de marcações da então Palace Pensão Mira Vouga, ter excedido as expectativas. As contas são fáceis de fazer. Quanto ao resto da descrição, já só podemos imaginar...
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Zé Bonito
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segunda-feira, março 09, 2009
Hotel Mira Vouga
já aqui publicámos várias fotografias do Mira Vouga em várias épocas...penso que esta ainda não...
Vouzela 9/2/48
(...)Depois de uma linda viagem pela Serra da Estrela, onde vimos bastante neve, passámos pelo Caramulo e de passagem aqui estamos em vias de um alto almoço (...)
Tem um carimbo de Vouzela do dia 10Fev48 e um de Lisboa Norte do dia 11Fev48!!!
O selo é magnífico...de $30...
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Luís Filipe
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quarta-feira, janeiro 24, 2007
Hotelaria e restauração em Vouzela...
...em 1949! A população do Concelho rondava os 15 mil habitantes e os anúncios aqui publicados, constavam do programa das Festas do Castelo desse ano. Delicioso o pormenor da promoção do Hotel Mira Vouga, que se auto-intitulava "um dos melhores e mais concorridos" do país. Por sua vez, o Café Sport, que também vendia mercearia e fazendas, garantia que os seus pastéis eram "os verdadeiros", demonstando que, já na altura, a tentação para as "imitações"era grande. Finalmente, uma referência às morcelas doces, "frias ou quentes", promovidas pelo Café Gato Preto, doce regional que caiu no esquecimento.
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Zé Bonito
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segunda-feira, janeiro 22, 2007
Privilegiar a recuperação e protecção dos recursos hídricos
(Rio Vouga, Guilherme Figueiredo) Começou por ser “coisa de cientistas”, tema que nos fazia suspirar, aceitando perder breves segundos a imaginar um futuro difícil que remetíamos lá para os bisnetos. Afinal de contas, a redução das reservas de água potável no Planeta é uma realidade imediata e não tardará muito para que os portugueses percebam que, apesar de tudo, também fazem parte... do Planeta. Depois, como dizia o outro, “quando a água faltar nas torneiras e o ar custar a entrar nos pulmões, todos seremos ecologistas”.
Estudos hoje apresentados no Instituto Superior Técnico, demonstram que as alterações climáticas que estamos a viver, vão ter rápidas consequências nas reservas de água, acelerando a tendência para a desertificação do Sul do país (mas também com impactos significativos a Norte) e aumentando os riscos de contaminação dos lençóis freáticos, com a consequente degradação dos ecossistemas. De acordo com os cientistas, a tendência imediata será para o surgimento de situações de catástrofe, quer com o aumento do risco de cheias, quer com prolongados períodos de seca, a que se junta a ameaça de surgimento de “doenças tropicais”, como a malária.
Perante isto, não pode haver qualquer dúvida quanto à necessidade de se privilegiarem as medidas de recuperação e protecção dos recursos hídricos, impondo-se uma “opinião pública” forte que acelere a sensibilização dos responsáveis nacionais e locais. De facto, apesar da região de Lafões ter abundantes reservas de água, a sua degradação tem sido uma constante, à custa de falta de planeamento dos esgotos domésticos e industriais. Avaliar cada uma das situações e definir uma estratégia e um calendário de intervenção, deve ser a prioridade das autarquias. Já não é de prevenção que se trata, mas sim de acorrer a “fogos reais” que estão aí. Resta saber o quanto nos vão "queimar"...
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Zé Bonito
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