segunda-feira, janeiro 30, 2012
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
Igreja Matriz / Lotaria Nacional
Só os monumentos de reconhecido valor histórico têm "direito" a fazer parte das imagens da lotaria nacional.
Foi o caso da nossa Igreja Matriz no dia 20 de Abril de 1990.
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CP
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segunda-feira, março 01, 2010
segunda-feira, junho 15, 2009
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Igreja Matriz há 100 anos
(Notícia Histórica)
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Deve datar, portanto, de 1170 (senão um pouco antes ou um pouco depois) a construção da Igreja Matriz de Vouzela. Era então Mestre da Ordem do Templo em Portugal o insigne D. Gualdim Pais, herói de Escalona e Antióquia, terror dos Mouros da Península, fundador de muito castelos, igrejas, mosteiros...
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Foi por certo em volta do templo assim construído na antiga terra de Alafun (chefe árabe vencido e convertido por D. Fernando, o Grande, bisavô materno de D. Aforso Henriques) que começou a formar-se apovoação que depois de transformou na vila de Vouzela. ...
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Cumpre também mencionar outra obra não menos indesejável: a que obstruiu a nave com aqueles inestéticos coros que no século XVIII invadiram quase todas as nossas velhas igrejas. Certo, os "rebocadores, estucadores e caiadores", de quem Herculano falou com tanta amargura há mais de 100 anos, também ali deixaram bem visíveis vestígios da sua acção "embelezadora", visto haverem-se encontrado recobertos de cal os parametros de cantaria, interiores e exteriores, de todo o edifício; ...
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Descriminação dos trabalhos de restauro:
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XI - Picagem de todos os rebocos interiores e exteriores, completada com a recomposição geral das paredes.
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A listagem completa dos trabalhos de restauro pode ser vista aqui.
Textos: Boletim n.º 56 de Junho de 1949, da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais
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CP
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segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Igreja Matriz
Na sequência do postal anteriormente apresentado pelo Luís Filipe, fica aqui um raro postal da Igreja Matriz, onde são bem visíveis as palmeiras que já ornamentaram o seu jardim.
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CP
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segunda-feira, janeiro 12, 2009
Gosto muito deste postal...

Para quem não colecciona postais talvez este postal seja igual a tantos outros...
O toque "animal" dado à paisagem pelos transeuntes da época faz TODA a diferença!
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Luís Filipe
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segunda-feira, agosto 04, 2008
Igreja Matriz
Imagens da Igreja Matriz, vista debaixo dos arcos da ponte.
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terça-feira, fevereiro 05, 2008
A não perder...
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Zé Bonito
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sábado, junho 02, 2007
Da água que corre...
A organização ambientalista Quercus, divulgou os dados sobre a qualidade da água nas praias costeiras e interiores. Para não variar, as praias fluviais continuam a revelar pior qualidade, apesar duma importante melhoria na ordem dos 14%. São dados que insistem em “gritar” uma verdade a exigir rápida mudança: o investimento na qualidade da água, reduzindo o impacto de todos os focos poluentes, continua a não fazer parte da lista de prioridades dos nossos responsáveis locais e nacionais. Até parece que querem arranjar pretexto para privatizar a gestão do sector...A nossa região está satisfatoriamente representada na lista. Oliveira de Frades (praia do Vau) e Vouzela (Foz) são avaliadas como tendo “água de qualidade”. Só não percebo que complexo tolhe os responsáveis vouzelenses, impedindo-os de divulgar os resultados das análises feitas aos rios do Concelho. Mais: se a água tem qualidade, não percebo porque não se promove a utilização lúdica desses recursos. Interpretem-me bem: não estou a defender a construção de quiosques para venda de gelados, plataformas de cimento para estender toalhas, nem a colocação de instalações sonoras e animação forçada! A beleza daqueles espaços, está directamente relacionada com a reduzida intervenção da “mão humana”. Basta divulgá-lo, combatendo o receio que o abandono de anos naturalmente provocou.
Foi por tudo isto que gostei de saber da iniciativa de alunos da Escola Secundária de Vouzela que, no âmbito das comemorações do “Dia do Ambiente” (5 de Junho), vão apresentar um filme a que chamaram “Conservação e preservação do Rio Vouga”. A defesa do património natural e edificado, depende muito do conhecimento que dele tivermos e da “utilidade social” que lhe for atribuída. É muito importante que uma geração que foi arredada do rio, limitada aos meios que tenham bilheteira à porta, reclame o seu direito ao usufruto do “espaço livre”. Vouzela tem-no em abundância. É preciso mostrar aos responsáveis locais que a qualidade de vida que defendemos, passa pela sua preservação.
Monumento Nacional romano-gótico datado do século XIII, a Igreja Matriz que conhecemos é o resultado de diversas ampliações e intervenções, nem sempre feitas com rigor. Já nos anos 30, numa brochura de promoção turística da responsabilidade da “Comissão de Iniciativa”, chamava-se a atenção para alguns disparates feitos no edifício, com critérios mais “decorativos” do que históricos. Enfim, nada que outros monumentos nacionais não tenham sofrido, nomeadamente os intervencionados de acordo com os objectivos de manipulação histórica do Estado Novo.
No entanto, verifica-se presentemente uma tentação para o “excesso de intervenção”, pecado para que já alertamos a respeito do projecto de restauro da Torre de Vilharigues. É como se o “projectista” quisesse deixar marca pessoal, aproveitando para tal, tudo o que não esteja classificado. Ora, em grande parte dos nossos monumentos, o espaço envolvente ou não está, ou é limitado a uma estreita faixa pensada com fins, sobretudo, cenográficos. E foi aí que o(s) autor(es) do projecto decidiram, quais escultores, deixar “assinatura”, esquecendo-se do significado simbólico, da “memória vivida” que a seu respeito foi criada pelos habitantes de Vouzela. Faltou humildade e diálogo.
Que se aprenda com a lição, numa época em que é moda contratar entidades exteriores para realizarem projectos de intervenção local (até o PDM, onde, segundo consta, houve episódios anedóticos...), não havendo, depois, os mecanismos necessários que as obriguem a ter em conta o sentimento dos cidadãos. Mais do que protegermo-nos da vaidade deste ou daquele projectista, é o próprio aprofundamento da Democracia que está em causa.
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Zé Bonito
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