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segunda-feira, fevereiro 25, 2013

Locomotiva E181

Locomotiva E181 fotografada em Vouzela no dia 16-05-1972. 


segunda-feira, fevereiro 20, 2012

O Caminho de Ferro e... a neve


sexta-feira, junho 10, 2011

Ponte dos caminhos de ferro em construção

Coleção particular de Augusto Matos, Edição Foto Bela

Lá ao fundo, o espaço da Feira e a Igreja Matriz ainda antes do restauro (ver aqui e aqui). Em primeiro plano, o terreno onde hoje se encontra a Alameda D. Duarte de Almeida (Jardim). Avançavam as obras da ponte dos caminhos de ferro que iriam permitir a ligação da Linha do Vale do Vouga a Viseu (o que só foi conseguido em 1914). Para recordar e reflectir, numa época em que se ignora o comboio, quando dele mais nos devíamos lembrar.

quarta-feira, maio 05, 2010

Um combate que continua a valer a pena

Na sequência de uma reunião realizada com a Rede Ferroviária de Alta Velocidade e com algumas das empresas envolvidas, o executivo camarário de Vouzela defendeu que se dê prioridade ao eixo Aveiro-Salamanca. Esta posição foi justificada com o facto dessa ser a principal porta para a troca de mercadorias com a Europa, de estabelecer ligação com os portos de Aveiro e Leixões e de servir uma região onde não existe opção ferroviária.

Claro que aos argumentos da Câmara, podemos acrescentar outros tantos. Claro que não temos ilusões sobre o peso que a região (e até o país...) pode conseguir na decisão sobre a "alta velocidade". Claro que não basta ver o comboio passar a duzentos e tal à hora para que isso se traduza numa mais-valia para estas terras. Sobretudo, é claro que, no actual contexto, já deve ser tarde para influenciar o final da história. No entanto, mais vale tarde do que nunca e se a posição da autarquia for um impulso para a criação de uma opinião pública local audível e favorável à opção ferroviária, tem o nosso apoio.

Longe de nós pretender solucionar o imbróglio que por aí vai em torno do TGV. Já uma vez aqui divulgámos um estudo de 2003 e outro de 2007, mas a nossa preocupação esteve sempre mais orientada para as "velocidades baixas", as mais adequadas ao ritmo de quem nos visita: defender o comboio como um dos componentes de um plano integrado de desenvolvimento regional; olhar para o futuro, antecipando consequências do agravamento do preço do petróleo e dos problemas ambientais- foi isso que sempre nos animou.

De qualquer modo, fazemos votos para que a "locomotiva" tenha iniciado a sua marcha. Agora é preciso alimentar a "fornalha", acelerar progressivamente "acertando a agulha" com toda a região (todas as forças económicas, sociais, políticas e culturais), fazer deste objectivo um autêntico projecto regional com o necessário grupo de pressão. Já agora, sem construir "castelos no ar" e sem "pôr o carro à frente dos bois", não será disparatado começar a desenhar cenários que nos permitam estar em condições de aproveitar o sonho, caso ele se concretize. Também talvez valha a pena pensar num "plano B", que mantenha o comboio nas prioridades locais, independentemente do TGV (até rima...). Para quem está interessado em percorrer os trilhos do desenvolvimento sustentado, este é um combate que continua a valer a pena.

segunda-feira, janeiro 19, 2009

Os leitores lançam as mãos à massa-V

Nos tempos que correm, encontrar alguém que possui uma relíquia e se dispõe a partilhá-la, não só é raro, como é motivo de orgulho para todos os que com ele privam. É isso mesmo que sentimos por termos leitores como o Augusto Rodrigues que, de Ovar, nos mandou a imagem que se segue. Para partilhar.

Inauguração da Estação de Vouzela


Amigos:
Junto foto da inauguração da estação de caminho de ferro em Vouzela, presumo ter sido em 17 de Março de 1914.
(...)
Grande abraço,
Augusto Rodrigues - Ovar

segunda-feira, dezembro 29, 2008

Fantástica! a velha ESTAÇÃO...



Esta é uma das mais fantásticas relíquias que guardo na colecção!

terça-feira, janeiro 30, 2007

Era uma vez, o comboio...

Quero resistir à tentação de “chapar” aqui a lista de recursos imensos que se foram perdendo, por ignorância, por interesse, por falta de ideias. Quero resistir, apesar de saber que vamos aturar o discurso, em pose, de quem finge tirar da cartola a solução para o problema que antes criou, lamuriando pela falta que faz o que, ele próprio, destruiu. Agora, quando a “Mãe Natureza” começa a dar sinais de estar farta de nos aturar e os nossos “responsáveis” vão aprendendo, a custo, as regras da temática ambiental, não devem tardar a acender as “fogueiras” contra o automóvel que promoveram, em prol de um transporte público que nunca protegeram, nem organizaram. Por isso, não resisti. Ao "tropeçar" com algumas páginas de fotografias da antiga linha do Vale do Vouga, não resisti a publicá-las. Para recordar um comboio que já houve e que não se soube aproveitar. Façam o favor do "clicar" aqui e aqui. Era uma vez um comboio...