segunda-feira, setembro 15, 2008

Continuamos a vê-lo passar...


Agosto 2007


É inevitável. É inevitável que sempre que atravessamos esta ponte (logo após nos deslumbrarmos com a beleza de Vouzela) imaginemos os carris, o cheiro, o barulho ao longe. É inevitável. Não é? Sim, é bonito como está. Mas as saudades de como era...


1920's

Edição de Dias & Rocha - Vouzela


Seria esta mesma locomotiva que 40 anos mais tarde passava no FOJO?

3 comentários:

Luís Filipe disse...

Olá CP,

excelente memória gráfica de um passado que deixou saudades...o comboio era ímpar!

abraço
luís

CP disse...

Tive o privilégio de viajar inúmeras vezes na automotora e de ter participado na viagem de despedida do comboio a vapor. Fiz apenas o trajecto Real das Donas - S. Pedro do Sul.
Mas foi memorável.
Simplesmente memorável.
Pena é que ainda não houvesse máquinas digitais. Mas se calhar por isso é que nos é tão querido e está tão escondido nas nossas memórias.

Zé Bonito disse...

Já agora, vale a pena chamar a atenção para a vinha que aparece em primeiro plano no postal de 1920 e que é, hoje, onde se encontra o Parque da Liberdade.