segunda-feira, novembro 15, 2010
sábado, novembro 13, 2010
quinta-feira, novembro 11, 2010
Pensão Marques, antes das alterações dos anos 70
Imagens cedidas por José Augusto Ferreira
Foi uma referência da hotelaria de Vouzela e a última das unidades históricas a fechar as portas: a Pensão Marques. Da sua memória ficou o edifício, ali na Rua Ayres de Gouveia, resultado das obras de ampliação que lhe fizeram nos anos 70. A imagem que apresentamos é anterior. No terraço que aparece em primeiro plano, protegidos pela sombra das videiras, os hóspedes preguiçavam nas tardes quentes de verão ou davam dois passos de dança em matinés que marcaram época. 

Escadas que ligavam o terraço às traseiras e edifício visto do lado poente da Rua Ayres de Gouveia.
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segunda-feira, novembro 08, 2010
sábado, novembro 06, 2010
quarta-feira, novembro 03, 2010
Alerta vermelho, com madeixas
Amarelo, laranja vermelho- são as cores do sobressalto. Um estado de inquietação e alerta permanentes em que nos querem ver, como se corrêssemos o risco de ser invadidos por extraterrestres. Responsável? O "mau tempo". Vejam lá onde chegámos: até já chove em finais de Outubro...
Cai uma chuvinha e o "império" fica debaixo de água. Sobem as temperaturas e é como se vivêssemos numa caixa de fósforos. Perante a sucessão das imagens da "catástrofe", ninguém parece estar muito interessado em perguntar: "porquê"? Por que carga de água metade do País fica a boiar, mal caem as primeiras chuvas? O que é que correu mal? Foi o facto de chover em Outubro, ou foram antes obras mal planeadas, serviços desorganizados, irresponsabilidades nunca assumidas? Parece que nos adaptamos mais facilmente a estas, do que as uns pingos na cara e a umas rajadas de vento forte.
Na Assembleia Municipal de Vouzela, uma voz levantou-se para denunciar ciclos de falta de água em Figueiredo das Donas. Sabe-se que o assunto não é novo, nem exclusivo dessa freguesia. Sabe-se, até, que ainda o PS estava à frente da Câmara, já se desenhavam soluções a partir da (então hipotética) barragem do Pinhosão. Pois é. O que ninguém parece saber, é explicar como se chegou a este ponto, numa região que nunca teve falta de água. Talvez tenhamos que procurar respostas em obras mal planeadas, pouco ou nada fiscalizadas, irresponsabilidades nunca assumidas. Talvez seja tempo de percebermos ( e denunciarmos) que uma obra mal feita, justifica outra para a corrigir, numa espiral de contratos e despesas que "alguém" há de pagar. Até lá, propomos que se crie uma nova categoria de alerta: o vermelho, com madeixas. Para a estupidez e a irresponsabilidade.
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Zé Bonito
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segunda-feira, novembro 01, 2010
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