segunda-feira, outubro 18, 2010
sábado, outubro 16, 2010
quinta-feira, outubro 14, 2010
Está criado o fórum do "Pastel de Vouzela"
"O seu a seu dono": a ideia foi-nos proposta por alguns leitores que consideraram ser necessário mais tempo para debater certos temas e, até, pensar em formas de agir. Pois aí está o fórum do "Pastel de Vouzela" (basta clicar aqui ou na imagem da coluna da direita), aberto ao debate de tudo o que diga respeito ao concelho e à região de Lafões. O primeiro tema proposto é sobre a importância da reabilitação no actual contexto de crise económica. Identifique-se ou use pseudónimo; proponha temas ou limite-se a comentar, mas, por favor, não se cale. Todas as ideias serão respeitadas, mas debatidas. O futuro de Vouzela será o que por ele idealizarmos e fizermos. Registe-se, use e abuse. Não tem corantes nem conservantes.
Entretanto, o "Pastel de Vouzela" continua contactável através do seu "mail", do "Twitter" e do "Facebook".
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Zé Bonito
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quarta-feira, outubro 13, 2010
segunda-feira, outubro 11, 2010
sábado, outubro 09, 2010
quinta-feira, outubro 07, 2010
A realidade, os desejos e o Ministério da Agricultura
Não sei se leram esta notícia sobre o progressivo abandono dos pastores transumantes alentejanos. Acreditem que vale a pena, mas apresentamos um resumo. Andava o "inigualável" Jaime Silva pelos corredores do Ministério da Agricultura, quando, em 2008, foi publicado um decreto que obriga os homens do pastoreio "a apresentarem um vasto conjunto de formulários, declarações e até mapas em escalas específicas", antes de mudarem os rebanhos de sítio. Para lhes "facilitarem" a vida, concentraram a entrega da papelada em Beja ou, em alternativa, através da Internet. Que diabo, toda a gente sabe que qualquer pastor anda com um portátil e um scanner debaixo do braço, ou, pelo menos, tem o "Magalhães" do puto. Pois os ingratos não aderiram, preferindo abandonar a actividade. A maldita realidade não se adaptou aos "superiores" desejos do governante...
Em Vouzela aconteceu o contrário. Recentemente, o Ministério da Agricultura decidiu encerrar os poucos serviços que por aqui mantinha (ver aqui). Ora, para nós, cidadãos comuns, tudo levaria a crer que, pelo contrário, na situação desesperada em que nos encontramos, com um abandono massivo da agricultura, justificava-se um investimento em técnicos no terreno (diria mesmo, técnicos todo o terreno), de modo a conter a deserção e ajudar os agricultores que ainda resistem. Errado! Somos mesmo simplórios... Onde fomos nós buscar a ideia de que o Ministério da Agricultura serve para promover e gerir a actividade? É claro que serve para gerir funcionários e orçamentos. Logo, se não há agricultura, também não há serviços. Realidade e desejos em perfeita harmonia. Que seria de nós sem tamanhas inteligências?!
Só agora, dois anos decorridos, é que os homens do Ministério da Agricultura reconheceram que o decreto sobre os pastores transumantes precisa ser alterado. Dois anos! Daqui a alguns, também há de aparecer um qualquer "visionário" a reconhecer que foi um disparate tudo quanto se fez na agricultura portuguesa. Resta saber se ainda haverá quem alguma coisa deseje, perante tão triste realidade.
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Zé Bonito
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