segunda-feira, maio 17, 2010

S. Pedro do Sul - Paços Municipais


No tempo em que bastava "meia" Câmara para gerir o concelho de S. Pedro do Sul.

2010

1920's

sábado, maio 15, 2010

Pormenores




















Vouzela - Praça Morais de Carvalho

Este tipo de coroa com que o Brasão é encimado indica que foi casa de príncipes.

sexta-feira, maio 14, 2010

Outros Maios, os mesmos desejos


A foto regista um momento das comemorações do 1º de Maio de 1974 em São Pedro do Sul. Foi-nos gentilmente cedida por Vasco Coutinho e faz parte de um conjunto exposto no Espaço do Cénico- Grupo de Teatro Popular (Solar da Lapa-São Pedro do Sul).

quarta-feira, maio 12, 2010

Tendências do mercado

(Clique nas imagens para ampliar)

"Esta é uma viagem para se fazer sem pressas. Porque as paisagens das Beiras, ora naturais, ora criadas pelo Homem, exigem tempo para a sua perfeita contemplação"- As cidades e as serras, Rotas & Destinos, Maio 2010.

Pois é! Nem parques de merendas, nem animações com programa e horário, muito menos casinhas modernaças. O que tem mesmo procura é o que a "Mãe Natureza" por aí distribuiu em abundância, confiante (coitada...) de que o engenho do Homem conseguiria valorizar.

Isto mesmo se conclui da reportagem sobre a nossa região, publicada na revista "Rotas & Destinos" deste mês. Vale a pena ler e aprender. Claro que só não sabe quem não quer, claro que todos os estudos feitos chegam a essa conclusão, mas há sempre quem esteja distraído.

A viagem proposta começa na Costa Nova e termina em Viseu. Nesta região, entra por Oliveira de Frades (Mosteiro de São Cristóvão de Lafões), passa a Vouzela (o património histórico e, claro, os pasteis) e avança para São Pedro do Sul (serra da Arada, Covas do Monte, Covas do Rio, Aldeia da Pena, as Termas). "É todo um mundo que se abate sobre nós em silêncio. Sentimo-nos os únicos- e privilegiados- habitantes do planeta (...)". Pois é. O "som do silêncio", a Natureza pura e dura, as marcas de uma ruralidade perdida, ou apenas suspensa, à espera de tempos de maior engenho. Recursos que valem ouro!

segunda-feira, maio 10, 2010

Vouzela: Viaduto das Juntas

Alguém sabe onde fica este viaduto? O Viaduto das Juntas?


Postal do início da década de 1920.

sábado, maio 08, 2010

Reserva Botânica de Cambarinho

(Actualizado)

Fala-se na passagem da gestão da Reserva Botânica de Cambarinho para a tutela da Câmara Municipal e gostávamos de nos sentir descansados. Mas não sentimos. Há quem diga que a coisa "é igual ao litro" porque o pouco que lá se fazia já era da responsabilidade da autarquia local. Só que, na nossa modesta opinião, o problema não está tanto no que já se fazia, mas antes no que não se podia fazer. Numa região que tem nos recursos naturais a sua principal riqueza e com um saldo pouco satisfatório no modo como as autoridades locais os têm gerido, uma medida destas só pode levantar as maiores reservas. O facto de nada vir a lume sobre eventuais projectos ou simples ideias para a Reserva, aumenta ainda mais a desconfiança.
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Nota: Três dias depois da publicação deste "post", a Vouzela-FM noticiou a aprovação por parte do executivo camarário, de uma proposta de reclassificação da reserva (ver aqui).

quarta-feira, maio 05, 2010

Um combate que continua a valer a pena

Na sequência de uma reunião realizada com a Rede Ferroviária de Alta Velocidade e com algumas das empresas envolvidas, o executivo camarário de Vouzela defendeu que se dê prioridade ao eixo Aveiro-Salamanca. Esta posição foi justificada com o facto dessa ser a principal porta para a troca de mercadorias com a Europa, de estabelecer ligação com os portos de Aveiro e Leixões e de servir uma região onde não existe opção ferroviária.

Claro que aos argumentos da Câmara, podemos acrescentar outros tantos. Claro que não temos ilusões sobre o peso que a região (e até o país...) pode conseguir na decisão sobre a "alta velocidade". Claro que não basta ver o comboio passar a duzentos e tal à hora para que isso se traduza numa mais-valia para estas terras. Sobretudo, é claro que, no actual contexto, já deve ser tarde para influenciar o final da história. No entanto, mais vale tarde do que nunca e se a posição da autarquia for um impulso para a criação de uma opinião pública local audível e favorável à opção ferroviária, tem o nosso apoio.

Longe de nós pretender solucionar o imbróglio que por aí vai em torno do TGV. Já uma vez aqui divulgámos um estudo de 2003 e outro de 2007, mas a nossa preocupação esteve sempre mais orientada para as "velocidades baixas", as mais adequadas ao ritmo de quem nos visita: defender o comboio como um dos componentes de um plano integrado de desenvolvimento regional; olhar para o futuro, antecipando consequências do agravamento do preço do petróleo e dos problemas ambientais- foi isso que sempre nos animou.

De qualquer modo, fazemos votos para que a "locomotiva" tenha iniciado a sua marcha. Agora é preciso alimentar a "fornalha", acelerar progressivamente "acertando a agulha" com toda a região (todas as forças económicas, sociais, políticas e culturais), fazer deste objectivo um autêntico projecto regional com o necessário grupo de pressão. Já agora, sem construir "castelos no ar" e sem "pôr o carro à frente dos bois", não será disparatado começar a desenhar cenários que nos permitam estar em condições de aproveitar o sonho, caso ele se concretize. Também talvez valha a pena pensar num "plano B", que mantenha o comboio nas prioridades locais, independentemente do TGV (até rima...). Para quem está interessado em percorrer os trilhos do desenvolvimento sustentado, este é um combate que continua a valer a pena.