segunda-feira, novembro 30, 2009
sábado, novembro 28, 2009
Alunos da Secundária de Vouzela procuram imagens da Penoita
Retirada da página da Câmara Municipal de Vouzela
Recebemos um pedido de ajuda dos responsáveis de um projecto da Escola Secundária de Vouzela que transcrevemos:
“Sou (...) professora de biologia dos Adubinhos e gostaria de vos pedir ajuda, se possível. Por acaso não têm fotos ou postais antigos da mata da Penoita, que possam partilhar connosco? Eu explico: (...) estou na secundária de Vouzela e dinamizo um pequeno projecto sobre a Penoita. A principal finalidade do projecto é a promoção do ensino experimental das ciências, através do estudo da biodiversidade vegetal (processos de reprodução e dispersão) na mata da Penoita, sensibilizando os alunos para a necessidade da preservação de espécies vegetais autóctones. Um dos grupos de alunos (12º ano, Área de Projecto) está a fazer uma pesquisa sobre a história, a evolução da Penoita e não consegue arranjar imagens. Poderão ajudar?”
Infelizmente, não podemos. As imagens que temos, centram-se no património edificado e etnográfico. Mas o interesse deste projecto, justifica uma visita aos albuns da família. Se encontrarem alguma coisa, por favor, enviem para adubinhos@hotmail.com.
“Sou (...) professora de biologia dos Adubinhos e gostaria de vos pedir ajuda, se possível. Por acaso não têm fotos ou postais antigos da mata da Penoita, que possam partilhar connosco? Eu explico: (...) estou na secundária de Vouzela e dinamizo um pequeno projecto sobre a Penoita. A principal finalidade do projecto é a promoção do ensino experimental das ciências, através do estudo da biodiversidade vegetal (processos de reprodução e dispersão) na mata da Penoita, sensibilizando os alunos para a necessidade da preservação de espécies vegetais autóctones. Um dos grupos de alunos (12º ano, Área de Projecto) está a fazer uma pesquisa sobre a história, a evolução da Penoita e não consegue arranjar imagens. Poderão ajudar?”
Infelizmente, não podemos. As imagens que temos, centram-se no património edificado e etnográfico. Mas o interesse deste projecto, justifica uma visita aos albuns da família. Se encontrarem alguma coisa, por favor, enviem para adubinhos@hotmail.com.
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Zé Bonito
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quinta-feira, novembro 26, 2009
Pequenos passos para uma grande caminhada
Há uns tempos atrás, discutiu-se muito a decisão da Câmara de atribuir o fornecimento das refeições escolares a uma empresa de "catering". Uns duvidaram da qualidade do produto, outros contrapuseram os valores da poupança. Como não aumentaram as dores de barriga dos petizes e o custo da paparoca baixou substancialmente, a coisa ficou por aí. É pena.
Defendemos desde há muito que as autarquias locais, sem interferirem directamente na actividade económica, podem dar sinais, criar condições, para que ela se oriente em determinadas direcções. Facilitar licenciamentos, conceder benefícios fiscais, ou criar regulamentos que disciplinem e motivem a iniciativa privada a percorrer os caminhos pretendidos, não custa um cêntimo e é eficaz (e não vale a pena "ensinar o Padre Nosso ao vigário", porque elas fartaram-se de fazer isso em benefício da economia do betão). Salvo melhor opinião, foi essa oportunidade que se perdeu com o novo fornecimento de refeições às escolas.
Durante muitos anos, a agricultura teve um peso excessivo na ocupação da mão-de-obra da região. De repente (muito de repente) a actividade quase desapareceu, atirando um número significativo de famílias para a emigração ou para a dependência de subsídios sociais. As justificações sucederam-se, normalmente viradas para a baixa produtividade e nula competitividade do minifúndio. Só que, a pouco e pouco, foi-se tornando claro o papel social e ambiental do sector, sendo evidente que aceitar a morte da agricultura, significava aceitar igual destino para o nosso principal trunfo: a paisagem.
Hoje, com a riqueza da oferta global a permitir-nos privilegiar a qualidade à quantidade, olhamos para todos os lados e não encontramos juventude interessada em apostar no sector e acrescentar-lhe valor. Isto, enquanto derramamos lágrimas de crocodilo pelo desaparecimento de alguns produtos e pela falta de frescura dos que nos guarnecem o prato. Mas, este tinha que ser o fim de um percurso em que admitimos a completa desvalorização social da agricultura.
Ora, o fornecimento das cantinas escolares podia ter sido uma ajuda para começar a inverter o actual estado das coisas. Bastava que, nos concursos para o abastecimento, se privilegiassem produtos de uma determinada distância, quer dizer, que fossem produzidos relativamente próximos do local de consumo (para além de todas as outras exigências, pois claro)- não conhecemos legislação que o proíba. É pouco? Claro que sim. Mas é a tal história da grande caminhada começar, sempre, por um simples passo.
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Zé Bonito
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segunda-feira, novembro 23, 2009
Ponte Romana
A Ponte Romana, um dos símbolos da vila, foi fotografada de vários ângulos em todas as épocas. As imagens mais conhecidas são tiradas dentro do próprio rio Zela. Eis mais uma perspectiva, não tão vulgar, da década de 1940.
(sem referência ao editor - papel gevaert)
2007
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CP
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quinta-feira, novembro 19, 2009
Vender gato por lebre
No "Fugas" do passado sábado, noticiava-se que o guia "Best in Travel", da revista Lonely Planet, refere Portugal como um dos dez melhores destinos turísticos para 2010, por se tratar de um país "comprometido com o desenvolvimento sustentável", onde os "carros de bois ainda marcam passo por ruas floridas".
Esta notícia sugere várias perguntas e a mais importante nem é saber que indemnização vai pedir o primeiro turista por publicidade enganosa. É saber o que justifica tamanha diferença entre o que se sabe vender no mercado do turismo e aquilo que se faz entre nós. O imaginativo autor daquela descrição, sabe o que tem procura. Sabe que existe mercado para ofertas de qualidade, construídas a partir de espaços abertos que apostem na diferença, assumindo o que têm de mais característico. Indiferentes a tudo isso, insistimos em privilegiar a unidade hoteleira à sua envolvente, em organizar "programas fechados", onde quase tudo se passa entre o piso das massagens e o do restaurante. Na verdade, insistimos em fazer o que qualquer outro faz, o que muitos outros fazem há mais tempo e melhor. Depois, esperamos que a imaginação de um qualquer publicitário consiga vender o que não somos, que é como quem diz, "gato por lebre".
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Zé Bonito
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segunda-feira, novembro 16, 2009
O Casal do Cruzeiro
No Domingo de Ramos era aqui que se benziam os ramos da "Festa", da janela central do Casal do Cruzeiro...
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Luís Filipe
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06:00
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sábado, novembro 14, 2009
Quem tira a palavra a quem
É importante que os cidadãos saibam qual o nível de debate que preside aos seus destinos (ver aqui). Uma melhor divulgação das ideias desta gente, do modo como privilegiam as capelinhas ao debate dos problemas concretos, como sucessivamente se desculpam com a nossa suposta "falta de iniciativa" (que não os preocupou quando nos pediram o voto...), talvez nos ajude a decidir... a quem devemos "cortar a palavra".
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Zé Bonito
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10:34
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