sábado, agosto 15, 2009
quinta-feira, agosto 13, 2009
Memória
Memórias de um Vouga, quando era bem mais do que isso- uma memória. Com ela rumo a outras margens. Regresso marcado para muito antes das vindimas e da "sementeira" das Autárquicas. Até lá, continuamos no ritmo próprio da época, que é como quem diz, "quando acontecer". Boas férias com muito ar puro e amplos horizontes- os vírus detestam espaços abertos.
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Zé Bonito
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segunda-feira, agosto 10, 2009
Rua Principal
Esta fotografia é muito curiosa e revela a estrada do Vale do Vouga, ao passar por Oliveira de Frades...atentem no pormenor das pessoas...
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Luís Filipe
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sexta-feira, agosto 07, 2009
Onde está o Wally?
Já agora, é de elementar justiça elogiar a jovem equipa que idealizou a "Doce Vouzela", mostra de doçaria local promovida pela Câmara. Uma ideia com imensas potencialidades que merece lugar cativo no nosso calendário. Será desta que se avança para o levantamento da doçaria regional que está por fazer?
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Zé Bonito
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quarta-feira, agosto 05, 2009
Histórias de umas Festas
A imagem que publicamos, é uma reprodução da capa do programa das Festas do Castelo de 1958. Para além da curiosidade gráfica de ter sido dos primeiros (se não mesmo o primeiro) a romper com o tradicional estilo em torno do brazão e/ou de imagens de centros de interesse paisagístico, as festas de 1958 ficaram marcadas por uma série de acontecimentos laterais que parece terem aberto feridas. Em primeiro lugar, o incêndio da Serração em plenos festejos. Depois, um estranho conflito provocado pelo modo como foi recebida uma delegação da Casa de Lafões que, na opinião de alguns, terá sido pouco menos do que ignorada pela Comissão de Festas. Tudo isso, num ano em que decorreram as eleições para a Presidência da República a que concorreu Humberto Delgado, num ambiente a que Vouzela não ficou alheia.
Por todos estes motivos (ou mais por uns do que por outros), as Festas de 1959 correram o risco de não se realizar. Quem, hoje, lê relatos daquele tempo, é surpreendido pela tensão latente, por uma quase procura do confronto que a passagem do tempo torna difícil perceber. Logo em Abril, reflectindo o desconforto que se sentia, o Notícias de Vouzela publicava na sua primeira página: "Em 'ponto morto' há várias semanas, foi agitado, inesperadamente, nos últimos dias, o caso da organização das Festas do Castelo (...)". Seguia-se, "sem comentários", a divulgação de três cartas. Uma, da Comissão Administrativa da Associação "Os Vouzelenses", dirigida à Comissão de Festas do Castelo (de 1958), onde se manifestava disponibilidade para assumir a organização dos festejos, depois de fazer várias considerações sobre o "bairrismo dos verdadeiros e bons vouzelenses, escondido, dominado, amesquinhado até, por um ambiente acomodatício do 'deixa correr', dos 'afazeres da sua vida', das imaginativas impossibilidades que aduzem os que nada fazem". Seguia-se a resposta da Comissão de Festas, louvando a disponibilidade, mas insinuando não estar nos objectivos dos Vouzelenses organizar tais eventos. Tanto bastou para que, numa última carta, esta associação se desligasse da organização das festas.
Estava-se num tempo em que as entrelinhas diziam mais do que as linhas, o que dificulta, quarenta anos depois, conseguir certezas sobre as causas deste ambiente. A verdade é que tal troca de correspondência teve o condão de mobilizar vontades, podendo o Notícias de Vouzela noticiar, bem ao alto da sua primeira página da edição de 1 de Maio de 1959, acima da notícia dos 31 anos da entrada de Salazar no governo, "Há Festas do Castelo! Tomou posse uma nova Comissão Organizadora". E os nomes lá vinham, por ordem alfabética, numa lista organizada de acordo com os princípios de uma época que defendia que "enquanto há calças, não se confessam saias": Álvaro Henriques de Oliveira e Silva, António Augusto da Rocha Rodrigues, António José de Figueiredo (filho), António Liz Dias, Celso Ilídio da Silva Giestas, Joaquim Fernandes Liz, Manuel Francisco Vitória, Manuel José de Figueiredo e Paulo José de Figueiredo. Finalmente, o toque feminino numa denominada "comissão de Kermesse", constituida pelas "jovens D. Armandina Ferreira, D. Dulce Correia Ferraz, D. Manuela dos Santos Dias e D. Cândida Beatriz Azevedo Oliveira e Silva".
Mas as peripécias não terminaram. Estava a nova Comissão a tomar posse numa sala do edifício da Câmara, eis que entra "o Sr. sub-delegado de saúde que, sem qualquer razão, em termos grosseiros e atitudes descompostas (...) e sem a mínima consideração por aquelas pessoas que ali estavam unicamente para bem de Vouzela, as escorraçou da sala!". Sem mais explicações...
A verdade é que as festas se realizaram com grande sucesso, apesar das noites frias e alguma chuva, introduzindo novidades que fizeram escola: "Muito interessante a ideia- parece que devida à camada mais jovem da Comissão- de colocar nas janelas bandeirinhas com as cores da Vila, obtendo, sem dúvida, um belo efeito ornamental". Ainda deu para homenagear o regresso do Académico de Viseu à II Divisão Nacional, com um encontro no Campo das Chãs. Resultado final: 3-3.
Enfim, histórias de um tempo em que o Monte Castelo ainda não tinha sido afastado das suas próprias festas e era palco de uma enorme merenda colectiva no dia de encerramento. Boas Festas.
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Zé Bonito
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segunda-feira, agosto 03, 2009
Caminhos de Ferro do Vale do Vouga (2)
A Igreja Matriz antes das obras de remodelação.
Como nunca tinha visto tal foto do Mira Vouga, foi para mim uma surpresa reparar que as obras de ampliação tenham tido três fases. O primeiro bloco que corresponde ao edifício original tinha RC e 1º andar. Foi acrescentado um edifício lateralmente com mais um piso. Só posteriormente foi construído mais um andar em cima do edifício original mantendo-se com essa tipologia até à actualidade.
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CP
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sábado, agosto 01, 2009
Solidários com outros por males que bem conhecemos
Solidariamente rapinado daqui"Os acidentes só apareceram desde que começaram a falar da barragem".
Como se aproveitam recursos... em Espanha e se desperdiçam entre nós. Ver a partir do "Avenida Central".
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Outros "aproveitamentos", aqui. Por cá, as consciências "lavam-se" com... ecopistas
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Trinta e três
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