quarta-feira, junho 10, 2009

Alguém anda a brincar com o fogo


Numa altura em que a meteorologia prevê nova subida da temperatura, parece-nos importante chamar a atenção, mais uma vez, para o estado em que se encontram algumas áreas do Monte Castelo. A imagem que publicamos foi captada no passado domingo, na encosta que antecede o cruzamento para o Caritel. Se o desleixo seria, por si só, motivo a justificar intervenção, os restos de lenha que se acumulam dão entender que alguém acredita em milagres ou anda mesmo a brincar com o fogo.

E com esta nos vamos, durante uns dias que reservámos para a nobre posição de "papo para o ar", contribuindo para a redução da "pegada ecológica" do Pastel de Vouzela- só nobres intenções. Até para a semana.

segunda-feira, junho 08, 2009

Resultados eleitorais

Excepcionalmente à segunda-feira, uma interferência no habitual exclusivo de imagens, para divulgar uma página onde os resultados eleitorais podem ser consultados por concelho. Aqui.

Autocolantes

Foram emitidos no início dos anos 1980's, pela Região de Turismo Dão Lafões, alguns autocolantes sobre Vouzela. Seis estão aqui representados, mas já me disseram que foram oito, embora ninguém me tenha confirmado com certeza.


Houve pelo menos duas emissões, pois existem em papel brilhante e em papel baço.
Alguém tem alguma informação concreta sobre a existência de mais dois autocolantes?
Alguém tem o da Igreja da Misericórdia (igual ao da imagem) em papel baço?

sábado, junho 06, 2009

Esperança

Foto de Guilherme Figueiredo

quinta-feira, junho 04, 2009

Indiferença, de quem?

Musa Gumus (Turquia). Primeiro prémio do Concurso Europeu de Cartoon 2008

Tudo se passou como de costume: uma curiosa visão da política limitada a questões tácticas, domínio completo de assuntos internos como o caso BPN, inúmeros lamentos sobre o risco da abstenção. Como de costume, durante a campanha para as Europeias.

Até admito que o Daniel Oliveira tenha razão e estejamos a ser influenciados pelas escolhas dos jornalistas, mas a a verdade é que não me recordo de ouvir ou ler propostas concretas dos principais partidos sobre problemas ambientais e política agrícola. Curiosamente, duas áreas em que (quase) tudo depende das opções de Bruxelas e onde há sérias suspeitas de se estar a perder dinheiro, com fundos desperdiçados e processos perdidos. Valia a pena ficarmos a saber o que cada um pensa a este respeito. Não ficámos.

A coberto das costas largas da crise, Portugal retrocedeu em áreas significativas do ambiente e do ordenamento do território. Depois das enfáticas promessas do primeiro-ministro sobre o cumprimento das metas do Protocolo de Quioto e a "revolução" das energias alternativas, acabámos atolados em confusões, projectos adiados e até na desconfortável sensação de que vale tudo desde que pague impostos (alguns, pelo menos). Pelos vistos, os protagonistas do rotativismo entendem que o país deve sair da crise tal como entrou: desleixado, sujo, desordenado, injusto. A maior exigência nas medidas ambientais, devia ter sido encarada como uma oportunidade para orientar a reestruturação da nossa economia, alcançando patamares mais elevados- apenas foi uma bandeira de conjuntura.

Sobre a agricultura, para além de umas acusações a Jaime Silva a propósito de fundos perdidos, nem uma palavra (falada ou escrita). De uma vez por todas, que pensamos da Política Agrícola Comum? Que futuro perspectivamos para além das mil e uma artimanhas para sacar dinheiro à Europa? Acreditamos ou não, que a agricultura portuguesa tem um espaço (mercado) que pode conquistar, baseada numa oferta de maior qualidade, em vez de fingirmos que tentamos concorrer no domínio da produção intensiva?

De facto, vimos muito pouca Europa nesta campanha europeia. Pelo menos, a Europa que nos interessa, que nos olha, a nós cidadãos europeus que também vivemos no interior, como uma das razões de ser das suas políticas. Se calhar, a indiferença de que nos acusam, é directamente proporcional à que sentimos naqueles que só de quatro em quatro anos se preocupam com a nossa indiferença. Talvez comece a ser altura de deixar claro que somos os melhores representantes dos nossos próprios interesses.

segunda-feira, junho 01, 2009

A Praça de Oliveira de Frades


Quem se lembra da velha Praça de Oliveira de Frades, aqui algures pelos anos 50?
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Nota: A partir de hoje, a publicação de postais antigos vai ser alargada aos restantes concelhos da região.
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