Uma história triste
Não aconteceu em Vouzela, nem tem que ver com ambiente. Mas tem que ver com o modo como se protege o nosso património colectivo e com a competência de quem se arroga o direito de o fazer. É a história de alguém (Maria Keil) que um dia decidiu oferecer trabalhos seus para decorar algumas estações do Metro de Lisboa e que, por isso mesmo, por não ter cobrado um tostão, nem se ter refugiado em contratos, viu o seu trabalho vandalizado, com os responsáveis (do Metropolitano de Lisboa) a suspirar de alívio por não terem que a indemnizar. É a história- triste- de um país que elegeu o "pato-bravo" como seu paradigma e por aí se ficou. A ler no Cantigueiro, onde chegámos a partir do Arrastão. E com esta retomamos as nossas férias. Mais tristes.









