domingo, junho 10, 2007

Sociedade. Bloggers, Portugal.

Os melhores blogues nacionais? Não faço a mais pequena ideia. Do que não há dúvida, é que são blogues de gente conhecida e que, por isso, são igualmente conhecidos. De qualquer modo, um conjunto interessante que descobri no “A Memória Inventada”. E uma iniciativa ainda mais interessante: a divulgação conjunta. Aí fica, na coluna da direita, com o destaque “Folar de quilo”- têm peso a mais para serem agrupados em “folhado fino”.

quinta-feira, junho 07, 2007

De Heilingendamm ao “fim do mundo”, com uma paragem na Moita

Oliver, Der Standard, Viena

Quando os jornais noticiarem as limitadas conclusões da Cimeira do “G8”, ninguém vai ficar surpreendido. Subordinando as estratégias ambientais à política económica, as principais potências mundiais consideram ainda não estar na altura de passar da mera declaração de intenções. No entanto, é precisamente essa atitude que nos deve (a nós simples cidadãos sem acesso aos centros de poder) fazer tomar consciência de que temos que percorrer, sozinhos, o caminho que nos interessa.

As principais potências económicas e, simultaneamente, principais poluidoras e consumidoras de recursos, têm usado a estratégia da “Maria vai com as outras”: faço se tu fizeres; altero se tu alterares. Quer isto dizer que contabilizam os custos- “estrito sensu”- das alterações necessárias para se reduzirem as emissões poluentes e ajudar a controlar o aquecimento global. Tudo limitado à “economia real”. Como se tornou evidente que não é possível actuar, sem consequências nos actuais padrões de consumo e, consequentemente, sem mudanças nos paradigmas de crescimento, nenhuma arrisca o primeiro passo que inevitavelmente irá afectar o seu potencial competitivo no mercado global.

A própria ONU já se rendeu a esse raciocínio. Depois de ter denunciado as pressões feitas sobre as conclusões dos relatórios científicos, avança agora (Relatório de Banguecoque do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas, Maio de 2007) com estudos que quantificam as consequências da aplicação de tais medidas: menos 0,12 por cento do crescimento económico anual. Tratou-se de uma tentativa desesperado para convencer o Mundo (ou quem nele manda) de que é possível reduzir as emissões de dióxido de carbono, sem grandes alterações no modelo económico. Não resultou.

A “inocência” da Europa

Em toda esta história, a União Europeia tem gerido a máscara da inocência. Depois de ter abraçado as modestas orientações de Quioto, contra a oposição dos Estados Unidos, anunciou a redução unilateral, em 20%, das emissões até 2020, e um aumento na aposta nas energias renováveis. O problema é que, para além de se reconhecer já a insuficiência das medidas, insiste-se no erro de pretender que seja o “mercado” a resolver o problema, ou seja, tentando que a sua resolução constitua, ela mesma, uma aliciante área de investimento. É isto que explica a rápida adesão às energias renováveis (que em Portugal, com as eólicas, se arrisca a seguir a metodologia selvagem do alastramento do eucalipto) e vai fundamentar o investimento nos biocombustíveis (que, longe de solucionarem seja o que for, vão criar novos problemas). A aguardar o momento certo para entrar em cena, está ainda a energia nuclear, única com capacidade para dar resposta imediata ao desejo de manutenção do actual modelo de desenvolvimento, conciliando-o com a redução das emissões poluentes. O lobie no interior da UE é de respeito e só o perigo do aproveitamento militar (tanto mais descontrolado quanto mais alargado for) e da ausência de respostas para o problema dos resíduos, pode refrear-lhe os ímpetos.

Limitando-nos ao exemplo português, salta à vista que o entusiasmo se limitou às áreas consideradas como oportunidade de investimento e a campanhas viradas para a alteração de hábitos individuais. Nenhuma medida foi tomada para obrigar a uma maior racionalização do consumo energético por parte das empresas (quando é consensual a existência de um elevadíssimo desperdício), a agricultura começa a ser mera palavra de dicionário (no entanto, não há Alqueva que valha às culturas de regadio), pouco ou nada está a ser feito, de forma estruturada, para alterar técnicas e materiais de construção e ninguém fala na necessidade de privilegiar o transporte colectivo ao individual (e, no primeiro, privilegiar o comboio).

A importância da mobilização local

De tudo isto resulta a noção de que a corda irá ser esticada até ao limite, jogando-se com a geografia e os tempos da catástrofe iminente. Os países tropicais vão ser (já são) os primeiros a sentir-lhe os efeitos (embora também sejam a “pátria” das florestas que representam cerca de 65% do potencial de absorção de CO2). Na Europa, os países do Sul podem ter, já dentro de uma década, reduções dos caudais dos rios superiores a 20%. As consequências negativas para os cidadãos são óbvios, mas isso não representa, imediatamente, a necessidade de uma revolução na economia- nem o “fim do mundo” é igual para todos.

Quer isto dizer que a estratégia a ser adoptada pelos governos, depende muito da pressão que sintam por parte da opinião pública. Ora, é precisamente aí que temos um longo caminho a percorrer. De facto, os problemas ambientais nunca marcaram “agenda”, sendo matéria ausente do discurso da maior parte dos partidos portugueses, sobretudo dos maiores. Quanto às organizações ambientalistas, hesitaram demasiado tempo entre a afirmação de uma imagem de credibilidade científica e o reconhecimento da importância da estratégia política. Daqui resultou uma reduzida capacidade de mobilização, limitando-as aos recursos às instâncias internacionais e ao papel (muitas vezes simbólico) de emissores de pareceres técnicos. Resta a mobilização local dos cidadãos em torno de problemas concretos de ordenamento do território ou de defesa de recursos, caminho que tem tanto de eficaz quanto de difícil.

Quando, recentemente, os habitantes da Várzea da Moita decidiram participar activamente no debate em torno de uma revisão do PDM que “cheirava a esturro”, começaram por ser encarados com alguma doze de simpatia paternalista. Os jornais de grande tiragem até divulgaram algumas iniciativas e houve um ou outro apontamento na televisão. Quando se percebeu que, afinal, os cidadãos da Moita não se iam limitar a uma ou duas manifestações folclóricas e, pelo contrário, revelavam capacidade para organizar uma das mais bem sucedidas iniciativas de participação directa que já houve no nosso país, foram alvo de um boicote informativo generalizado. Não esmoreceram e, aplicando o princípio de que “quem não tem cão, caça com gato”, usaram a blogosfera, o contacto via correio electrónico e conseguiram criar uma rede de solidariedade. A estratégia foi simples: limitaram-se a chamar a atenção para o facto dos problemas que estavam a viver serem iguais a muitos outros que atravessam todo o território nacional. O resultado foi a ruptura do bloqueio e... uma inspecção da Polícia Judiciária à Câmara Municipal.

É com exemplos destes que temos que aprender. São exemplos destes que precisamos multiplicar.
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PS: Dezanove dias depois da principal iniciativa do Movimento de Cidadãos da Várzea da Moita, eis que a "cortina" se abre e a comunicação social olha, a sério, para as denúncias feitas.

segunda-feira, junho 04, 2007

Revelações

Há momentos assim: de repente, sem que nada o faça prever, são desvendados os mais insondáveis mistérios do Universo. Este fim-de-semana, foi um deles- estou que nem posso. Desde a conclusão do Presidente da República (Sua Excelência...) de que é preciso fazer algo para travar o envelhecimento do País, até à descoberta do Vasco Pulido Valente, de que, de Lisboa à Ota são 3 horas de viagem... de táxi (ver “Público” de Sábado), foi um fartote de revelações.

Fazendo umas contas rápidas, penso não errar muito se disser que o Professor Cavaco anda nas lides políticas há quase vinte anos. Quanto ao Dr. Vasco Pulido Valente, investigador com obra feita na área do Liberalismo (não esse, o outro), tem mais currículo, mas também andou pelo governo, mais ou menos pela mesma altura. Pois, neste ano da graça de 2007, foram os profetas da “boa nova” que nos deixou, a todos, conscientes de uma única coisa: estes senhores não fazem a mais pequena ideia do que é o país que governam (ou governaram) e dos dramas que por cá se vivem.

O envelhecimento da população é problema que há muito preocupa o interior do País (tendo a A1 como referência, aquela parte que fica do lado direito se estivermos virados para Norte, ou do lado esquerdo, no sentido inverso). Há muito que nos sentimos impotentes para travar o despovoamento e renovar o “tecido” social e económico. Não foi preciso que, lá em Lisboa, os homens das contas começassem a perceber o desequilíbrio entre a coluna do “deve” e a do “haver” e desatassem a fechar escolas, centros de saúde, tribunais, ou a inventar fórmulas para adiar reformas que, por estes lados, pouco pesam no Orçamento. Quanto aos problemas de circulação do Dr. Vasco, arrisco dizer que o “seu” táxi cobre mais rapidamente os cinquenta e tal quilómetros que separam Lisboa da Ota, do que a distância que vai do Rossio à Portela em “hora de ponta”. Não me interpretem mal, porque não tomo posição pela morada do novo aeroporto e até sou dos que vão assistir pela televisão, se alguma vez um desastre, que se espera que nunca aconteça (bato três vezes na secretária, em nogueira velha), abrir um “corredor” entre a Avenida da República e Sacavém.

Mas, no meio destas “revelações”, convém que nós, cidadãos que resistem longe do mar, compreendamos que somos uma pequenina mancha de cor, nos gráficos desta gente ilustre. Conseguir alcançar os seus ouvidos (certamente afectados pela poluição sonora), exige que nos deixemos de “querelas de paróquia” e de confianças cegas em “representantes”, cujo único objectivo é atravessarem a A1 para o outro lado e esquecerem-se da distância e do passado.

sábado, junho 02, 2007

Da água que corre...

A organização ambientalista Quercus, divulgou os dados sobre a qualidade da água nas praias costeiras e interiores. Para não variar, as praias fluviais continuam a revelar pior qualidade, apesar duma importante melhoria na ordem dos 14%. São dados que insistem em “gritar” uma verdade a exigir rápida mudança: o investimento na qualidade da água, reduzindo o impacto de todos os focos poluentes, continua a não fazer parte da lista de prioridades dos nossos responsáveis locais e nacionais. Até parece que querem arranjar pretexto para privatizar a gestão do sector...

A nossa região está satisfatoriamente representada na lista. Oliveira de Frades (praia do Vau) e Vouzela (Foz) são avaliadas como tendo “água de qualidade”. Só não percebo que complexo tolhe os responsáveis vouzelenses, impedindo-os de divulgar os resultados das análises feitas aos rios do Concelho. Mais: se a água tem qualidade, não percebo porque não se promove a utilização lúdica desses recursos. Interpretem-me bem: não estou a defender a construção de quiosques para venda de gelados, plataformas de cimento para estender toalhas, nem a colocação de instalações sonoras e animação forçada! A beleza daqueles espaços, está directamente relacionada com a reduzida intervenção da “mão humana”. Basta divulgá-lo, combatendo o receio que o abandono de anos naturalmente provocou.

Foi por tudo isto que gostei de saber da iniciativa de alunos da Escola Secundária de Vouzela que, no âmbito das comemorações do “Dia do Ambiente” (5 de Junho), vão apresentar um filme a que chamaram “Conservação e preservação do Rio Vouga”. A defesa do património natural e edificado, depende muito do conhecimento que dele tivermos e da “utilidade social” que lhe for atribuída. É muito importante que uma geração que foi arredada do rio, limitada aos meios que tenham bilheteira à porta, reclame o seu direito ao usufruto do “espaço livre”. Vouzela tem-no em abundância. É preciso mostrar aos responsáveis locais que a qualidade de vida que defendemos, passa pela sua preservação.

...à “água” que se mete
Já que falamos de “património” e de “preservação”, registe-se o reacender da polémica em torno das obras de restauro da Igreja Matriz. No edição do Notícias de Vouzela de 1 de Junho, um artigo de Agostinho Torres denuncia a filosofia da intervenção feita sob a alçada do IPPAR e, recorrendo à opinião do Arquitecto Pompílio Souto, publicada no Jornal de Notícias de 16 de Maio, faz uma citação que põe o dedo na ferida: “(...) cumpriu-se o desígnio dum Projectista; e o nosso? E o dos vouzelenses?”

Monumento Nacional romano-gótico datado do século XIII, a Igreja Matriz que conhecemos é o resultado de diversas ampliações e intervenções, nem sempre feitas com rigor. Já nos anos 30, numa brochura de promoção turística da responsabilidade da “Comissão de Iniciativa”, chamava-se a atenção para alguns disparates feitos no edifício, com critérios mais “decorativos” do que históricos. Enfim, nada que outros monumentos nacionais não tenham sofrido, nomeadamente os intervencionados de acordo com os objectivos de manipulação histórica do Estado Novo.

No entanto, verifica-se presentemente uma tentação para o “excesso de intervenção”, pecado para que já alertamos a respeito do projecto de restauro da Torre de Vilharigues. É como se o “projectista” quisesse deixar marca pessoal, aproveitando para tal, tudo o que não esteja classificado. Ora, em grande parte dos nossos monumentos, o espaço envolvente ou não está, ou é limitado a uma estreita faixa pensada com fins, sobretudo, cenográficos. E foi aí que o(s) autor(es) do projecto decidiram, quais escultores, deixar “assinatura”, esquecendo-se do significado simbólico, da “memória vivida” que a seu respeito foi criada pelos habitantes de Vouzela. Faltou humildade e diálogo.

Que se aprenda com a lição, numa época em que é moda contratar entidades exteriores para realizarem projectos de intervenção local (até o PDM, onde, segundo consta, houve episódios anedóticos...), não havendo, depois, os mecanismos necessários que as obriguem a ter em conta o sentimento dos cidadãos. Mais do que protegermo-nos da vaidade deste ou daquele projectista, é o próprio aprofundamento da Democracia que está em causa.

quarta-feira, maio 30, 2007

GREVE GERAL

George Grosz

Crise económica, preocupações com o ordenamento do território e o ambiente, são mistura difícil de gerir. Quando falta a fonte de rendimento, ou o rendimento, independentemente da fonte, não há muita pachorra para chorar emissões poluentes ou atentados contra a biodiversidade. A “extinção da espécie” começa na ameaça à qualidade de vida. À de cada um de nós.

É por saberem isso que os governantes justificam com as mais idílicas promessas de “desenvolvimento” (seja lá o que isso for), todos os atentados ao ambiente e ao ordenamento do território. A construção civil sempre conseguiu privilégios graças à percentagem de população activa que, directa e indirectamente, ocupa em Portugal; a racionalização de consumo de energia, é exigência que se evita fazer a grande parte das empresas, em nome da “competitividade” e da manutenção dos postos de trabalho; permitiu-se que a especulação ganhasse terreno ao investimento produtivo, a bem de uma abstracta necessidade de “criação de riqueza”. Tem sido este o ritmo dominante, por que acertam o passo “responsáveis” locais e nacionais- de Norte a Sul, o país está cheio de exemplos, desde a “urbanização” de grande parte do território, até à subalternização de actividades económicas (agricultura) e à destruição de laços comunitários (êxodo rural), passando pela deterioração de recursos e a “mercantilização” dos mais pequenos gestos das pessoas.

No entanto, salvo melhor opinião, este caminho segue o rumo do abismo. Tentar manter uma actividade económica dependente de baixo valor acrescentado (baixa exigência técnica, deficiente organização, baixos salários, fraca qualidade), é querer jogar num campeonato que não temos qualquer hipótese de vencer- estão lá os asiáticos (tomara eles conseguirem de lá sair). Jogar com a vida das pessoas, impedindo-as de criar laços de pertença, estabilidade, amontoando-as em “locais anónimos”, é erguer uma montanha de problemas sociais que não há “subsídio” que resolva.

Recentemente, a Comissão Nacional de Protecção das Crianças e Jovens em Risco, divulgou o facto de, em 2006, ter havido, em todo o país, a abertura de mais uma dezena de milhar de processos do que no ano anterior. Quero interpretar estes dados pelo lado positivo, acreditando que isso se ficou a dever a uma maior sensibilização das pessoas para a problemática. No entanto, seria interessante saber quantos desses processos tiveram a sua origem na vida "suburbana" das famílias, no seu desenraizamento, na dificuldade de criação de “redes de suporte”, ou seja, no desordenamento do território. Como também seria interessante saber, quantos portugueses têm como aspiração possível viver à custa do Rendimento Social de Inserção que, por terem sido desestruturadas as actividades que os podiam “inserir”, se transforma em modo de “vida”. Já agora, talvez fosse de adiantar quanto “custa” tudo isto, para ficarmos a saber o “preço” de querer, a todo custo, manter tudo na mesma.

Crise económica, preocupações com o ordenamento do território e o ambiente, são mistura difícil de gerir. No entanto, é absolutamente necessário compreender que a primeira será tanto maior, quanto maior for o desprezo pelos segundos. Em dia de greve geral, anseio por ver uma próxima que assuma reivindicações sobre a qualidade de vida de todos nós, ou seja... sobre o ambiente e o ordenamento do território.

segunda-feira, maio 28, 2007

A "bela" e o "senão"

Na realidade, chamam-lhes “Rhododendron Ponticum” e estão classificados desde 1938. Para nós, são os “loendros” que, em Cambarinho (Concelho de Vouzela), têm a maior concentração nacional. Todos os anos, em Maio, o espectáculo repete-se: ao longo dos cerca de 24 hectares da Reserva (criada pelo Decreto Lei nº 364/71 de 25 de Agosto, integrando, presentemente, a Rede Natura 2000), o seu tom púrpura domina o vale e as encostas circundantes, sobressaindo por entre o verde da vegetação e o cinzento do granito. Passámos por lá este fim-de-semana e estavam lindos os loendros (a Reserva de Cambarinho integra uma das propostas dos percursos pedestres de Vouzela).

Mas...

... fazendo jus à tal história da “bela” e do “senão”, que insondáveis motivos podem justificar o desleixo que se encontra ao longo do acesso à entrada da Reserva? Muros de blocos de cimento, edifícios em tijolo, inacabados, talvez dos tempos “dourados” dos aviários, mas presentemente no mais completo abandono. O facto de estarmos a falar de edificações em propriedade privada, não pode justificar a indiferença, até porque devem ter sido obras regulamentadas e fiscalizadas pela Autarquia. Se estivermos a falar de proprietários com reconhecidas dificuldades em resolver o problema, também não nos parece que a ajuda necessária leve a Câmara à falência. Agora, do que não temos qualquer dúvida, é que as “imagens de marca” se constroem (e destroem!) nestes pequenos pormenores.

domingo, maio 27, 2007

Com tomates!

Esta notícia, tinha de ser eu a dá-la: graças à simpatia do “UM POR TODOS, TODOS POR UM” , a nossa rapaziada teve uma nomeação para o prémio “Blog com Tomates”. Enfim, no sexto mês da nossa existência, nem a “cebola” aspirávamos. Mas, agradecemos e retribuímos, já que “tomates” a sério, tiveram os que afrontaram o estado das coisas no mundo real. Por isso, já que as "regras do jogo" nos obrigam a avançar com cinco propostas (apenas cinco) para o "tomatal", elas aqui vão:

- Um por todos, todos por um

- Frenesi

- A ilusão da Visão

- Deriva das Palavras

- A Memória Inventada