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segunda-feira, abril 26, 2010

S. Pedro do Sul - Estação

Um aspecto da linha férrea.

(carimbo de 28 MAI 18)

Ed. Sebastião & Sobrinho

segunda-feira, março 29, 2010

Linha do Vouga: Papéis de Valor (2)

Foi aqui mostrada em Setembro uma acção da Companhia Portuguêsa para a Construção e Exploração de Caminhos de Ferro (empresa proprietária da Linha do Vale do Vouga de 1923 a 1946). Apresentamos agora uma obrigação de 90 escudos, relativa a um empréstimo obrigacionista de 3.072.870$00 de 1 de Dezembro de 1928.


Exemplo de um dos 40 "coupons" desta obrigação, dos quais ainda restam 26.


Podíamos aqui discutir porque é que o ilustrador do documento escolheu a segunda ponte mais bonita da Linha do Vouga, quando a escolha óbvia seria outra. Deixemos no entanto fluir a memória até ao passado e imaginemos aquela locomotiva que passa na Ponte do Poço de S. Tiago. Uma hora antes passara em Vouzela...

Azulejo na Estação de Aveiro

Seria a (nossa) Locomotiva a vapor E202? (... adquirida pelos Caminhos de Ferro do Estado em 1911 à firma alemã Henschel & Sohn, para as linhas de via estreita.)


Ainda relativamente a esta companhia ferroviária, mostrámos no anterior post um Bilhete de Identidade (que conferia descontos) válido para os anos de 1932-1933-1934. Agora apresentamos dois passes. Como curiosidade refira-se que o proprietário dos passes não era, na época, uma pessoa qualquer. Era nem mais nem menos do que Louis Roger Montagné (1) na qualidade de administrador da linha da Beira Alta e com quem o Ministro das Obras Públicas de então, estabeleceu em 1942 um acordo para lhe adquirir um importante lote de acções da CP e Beira Alta.



Para terminar a apresentação destes documentos, fica a imagem de um "Título de 10 Obrigações da CP", empresa que se tornou proprietária da Linha do Vale do Vouga (e de todas as linhas nacionais), a partir do último dia de 1946.

(Este título ainda possui dois "coupons")



(1) Louis Roger Montagné e Nicolas Escoriaza y Fabru (Visconde de Escoriaza) eram dois especuladores financeiros detentores de volumosas participações nos capitais sociais da CP e da Beira Alta. Os quantitativos de acções e obrigações que detinham davam-lhes assento nos conselhos de administração da CP para o primeiro e na Beira Alta para ambos.
in "Os «Comboios–bloco» (1941 – 1946)", Dr. Gilberto Gomes. Consultor da Área do Património Histórico. CP – Caminhos de Ferro Portugueses, EP

sábado, março 27, 2010

REFLEXÕES PARA UM DIA DE PRIMAVERA ENVERGONHADA

1.Contrariamente ao que possam pensar eu não sou sempre do contra, mas chamar “metro de superfície” a um “carro eléctrico” é demais.O “metro” sempre foi um “subway” ou “underground” ,ou seja, anda debaixo do solo. Mesmo onde ele vem à superfície (ex.: Londres, Paris, Tóquio) está isolado do restante tráfico.

Só por cá é que existem “metros de superfície” porque somos parolos, atrasados, presunçosos , peneirentos, etc… Aquilo chama-se, em qualquer parte do mundo civilizado, um comboio, porque “eléctrico” também não é nada. Era no tempo em que não existiam automóveis eléctricos, “segways” e outras modernices movidas a electricidade.

Que queiram e lutem por reanimar a linha férrea do Vale do Vouga para fins turísticos ou outros de interesse regional faz todo o sentido e serei o primeiro a subscrever, mas chamem-lhe simplesmente comboio.

2.Muito se tem falado sobre a previsível privatização dos CTT e da importância que os mesmos têm para o país. Alguns falam mesmo em “soberania nacional” e confesso, fiquei preocupado, mas, um dia destes tive de ir a uma estação dos CTT e deparei com uma autêntica “loja do chinês”: livros, CD´s, relógios, peluches, jogos infantis e eu sei lá que mais, estavam ali para venda ao público. Claro que também havia selos, vales e registos, mas fiquei sem perceber se este não seria o negócio secundário.

Se pensarmos um pouco chegamos à conclusão que nos dias que correm as cartas e telegramas são cada vez mais coisa rara, substituídos por E-mails, redes sociais da internet e sms´s. Restam a correspondência oficial (as finanças, bancos, concessionárias de serviços e tribunais continuam a ser bons clientes) e algumas, poucas, empresas.

Ou seja: quando abrir a sua caixa de correio terá 99,9% de probabilidades de encontrar apenas contas para pagar.

3.Desta vez o Presidente andou a “limpar” o país. Lá o vi na TV com a roupagem adequada ao evento e a arengar sobre o ambiente e não sei quê mais, etc. e tal.

O lixo está para Portugal como a água para o peixe: sem água não havia peixe, sem lixo não havia “face oculta”, escutas, jornal de sexta, “SOL”, BPN, BPP e comentadores da TV. Possivelmente não havia partidos, políticos, “jotas” e quejandos.

Por favor esqueçam o lince da Malcata e salvem o lixo nacional.

quinta-feira, janeiro 07, 2010

Reabilitar é preciso

Há edifícios que marcam épocas da História das localidades; edifícios que são marcas das vontades de movimentos significativos que fizeram história. Não precisam ser obras de arte de reconhecido valor mundial- precisam, apenas, de explicar o que somos e contribuir para o equilíbrio paisagístico que (ainda) temos. É a isso que se chama património edificado e há localidades que têm a sorte de o possuírem em número significativo. É o nosso caso. No entanto, se tem havido algum cuidado com os monumentos nacionais (nalguns casos bem discutível, como sucedeu com o restauro da Igreja Matriz) e os imóveis classificados como de interesse público (Pelourinho e torre de Vilharigues, por exemplo), já o mesmo não se pode dizer de outros edifícios, maioritariamente privados, que, apesar da sua simplicidade (ou por causa dela), são pilares fundamentais da imagem que temos.

Vouzela necessita, urgentemente, de obras de reabilitação e restauro. Não se trata de um gasto, mas sim de um investimento, se entendermos que a harmonia entre o natural e o edificado, é um dos seus principais recursos. Mais ainda, se percebermos que é uma forma de criar emprego e de aumentar o nível de exigência na oferta da construção civil, para que basta encontrar os estímulos adequados.

Serração

Antes e... o que resta

A serração era das mais antigas unidades industriais do concelho, localizada mesmo em frente da estação dos caminhos de ferro, numa altura em que isso marcava o fim da vila para o lado nascente. Mais tarde, o crescimento da malha urbana envolveu-a, valorizando os seus terrenos e tornando-os num negócio mais apetecível do que a continuação da actividade (que já tinha parado há algum tempo). Uma equipa camarária anterior, permitiu a urbanização do espaço-criou-se um problema. Falou-se da vontade de uma grande superfície ali se instalar, falou-se da
construção de um prédio de não sei quantos andares que a Câmara não autorizou- fez bem. Mal esteve (e está) quem demoliu a fachada, quem o permitiu e permite que se mantenha no estado que se vê. Salvo melhor opinião, qualquer projecto devia incluir os elementos mais característicos da unidade industrial que lá existiu. Assim como tudo isso devia estar devidamente classificado. Devia...

Mesmo ao lado da Câmara


Cá está um exemplo do que dissemos na introdução a este tema: este edifício, (composto por duas moradias geminadas) localizado na Rua Sidónio Pais, apesar de não ser um significativo exemplar de uma qualquer corrente arquitectónica, reflecte uma forma de habitar típica das primeiras décadas do século passado, em que a moradia "burguesa" era ladeada por um quintal que convidava à organização de uma pequena horta para consumo doméstico e, na cave, ainda tinha a tradicional "loja". A primeira das duas habitações está desocupada há muito e os sinais de degradação são evidentes. Desconhecemos as causas, mas, apesar de estar mesmo ao lado da Câmara Municipal, parece que ainda ninguém reparou...

Casa das Ameias... sempre


Sobre esta, quase tudo está dito. Há quem afirme que o edifício original remonta ao século XV e, de acordo com os estudos feitos por Lopes da Costa, aqui ficava a rainha D. Amélia durante os períodos de férias em que se deslocava às Termas. Marca, desde há muito, a imagem de uma das zonas mais frequentadas da vila. Para o bem e para o mal. E mal continua, depois de uma avaliação técnica ter concluído ser necessária uma intervenção urgente e de, recentemente, o actual usufrutuário ter destruído as ilusões da Câmara sobre a possibilidade de ser ele a avançar com uma solução para o problema. Pela nossa parte, até fizemos uma sondagem sobre a sua utilização, depois de um leitor ter dado a entender que ninguém sabia o que fazer com o edifício, caso a autarquia local dele tomasse posse. Concluiu-se que ideias não faltam-o que falta é vontade para acabar com desculpas e, de uma vez por todas, resolver o problema.

Os exemplos aqui referidos não são únicos. Infelizmente. Por um qualquer motivo que desconhecemos, tem havido uma falta de preocupação com a sede do concelho, que permitiu que se chegasse ao estado actual. Nalguns casos, acreditamos que os proprietários necessitem de ajuda para recuperar os seus edifícios. Noutros, não. A verdade é que nada se fez em relação a qualquer deles. É pena, porque urge recuperar a imagem da vila. Reabilitar é preciso.

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Estação do Caminho de Ferro

Para começar bem o ano, uma extraordinária imagem...
Provavelmente um dos cinco melhores postais de Vouzela.

1920's


Edição de Dias e Rocha - Vouzela 

Nem me atrevo a comparar estas duas imagens ou a falar do que a Estação era e do que é agora... 

2009



domingo, setembro 27, 2009

Duas reflexões

Primeira reflexão: Os portugueses não merecem ganhar o euromilhões.

Na passada semana quando havia um "jackpot" de cem milhões de euros vi uma reportagem de rua de um canal de televisão onde perguntavam, como sempre acontece quando estão em jogo montantes avultados, "o que faria se ganhasse o euromilhões". As respostas são de arrancar blasfémias a um cristão: - comprava uma terrinha para semear umas batatinhas e plantar umas couves; - comprava uma casita e ia conhecer a Madeira; - ia outra vez de férias para a Republica Dominicana.

Um homem acerta no euromilhões e vai semear batatas e plantar couves, compra uma casita, vai à Madeira e alarga as férias na Republica Dominicana. Ninguém pensa em passar a comer em restaurante, ir fazer uma viagem de volta ao mundo ou entrar definitivamente de férias. Não! Português é pobre até a sonhar, é uma questão de cultura mas sobretudo de falta dela porque o pobre que comprava a terrinha para a trabalhar deve ter vivido sempre com dificuldade para alimentar a sua família, o menos pobre está farto de pagar renda e acredita que a Madeira é mesmo um jardim, e o estúpido que, sabe-se lá com que dificuldade conseguiu ir à R.D, entende que aquilo é o fim do mundo.

Todo este quadro deveria dar que pensar pois seria demonstrativo do atraso económico-cultural de um povo sem futuro nem ambição, controlado por um bando de políticos que antes de o serem, também seriam capazes de dar as mesmas respostas, pois o pouco que sabem e conhecem só aconteceu depois de estarem na "profissão".

Mas não há necessidade de pensar ou estudar muito este assunto porque, conhecendo o povo como eu conheço posso concluir que eles são mentirosos, ou seja, o velho da terrinha pensou num grande jardim, com canteiros repletos de flores exóticas, árvores frondosas a oferecerem generosamente os seus coloridos e perfumados frutos , campo de golfe, court de ténis, lago artificial e belas mulheres em roupas reduzidas a trazerem-lhe as bebidas geladas. O da casinha e da ida à Madeira, pensou numa grande moradia na Quinta da Marinha e numa viagem à Madeira sim, mas a bordo do seu iate de 30 m com uma tripulação feminina escolhida entre as concorrentes a miss universo e o que voltava para a Republica Dominicana pensou numa ilha paradisíaca cheia de beldades que o iriam receber e tratar como um rei quando chegasse a bordo do seu jacto privado.

Porque disseram uma coisa e pensaram outra? A resposta é simples: porque têm medo de perder o rendimento de inserção, a reforma ou salário mínimo, pois como bons portugueses, nunca se sabe o que o futuro nos reserva, e além disso as parceiras não iriam achar graça à presença das beldades que como viram estão sempre presentes. E o fisco? Quem é que não pensa logo no que poderia acontecer quando soubessem que tinham ganho tanto dinheiro. Ná! o melhor mesmo é ir semear batatas, comprar uma casita, ir à Madeira ou à Republica Dominicana, continuar a ver as gajas na internet e por o dinheiro debaixo do colchão.

Segunda reflexão: a gripe "A" , as eleições e a comunicação social

Muito se tem lido e dito sobre esta gripe e especulado ainda mais. Os boatos são mais que muitos e bem conhecidos pelo que nem os menciono. A minha reflexão tem a ver com a comunicação social. O jornal da noite da SIC abre com a noticia da "segunda morte em Portugal devido à gripe A". No decorrer do jornal um outro profissional daquela estação diz que "este é o primeiro caso de morte devido à gripe A". Em que é que ficamos? É o primeiro ou o segundo? E o que é que isso importa? E cada vez que morrer alguém com esta gripe a ministra faz um comunicado e apresenta condolências à família?

E os médicos vêm esclarecer a opinião pública sobre o tratamento e a medicação que ministraram? E os que morrem de outra qualquer doença, não terão os mesmos direitos? Porque não criar um canal de televisão para os comunicados, condolências e terapias? Talvez assim a paupérrima comunicação social tivesse de procurar outro tipo de notícias de certo com mais interesse para a comunidade.

Mas como tal não irá acontecer, teremos de ficar a gramar os telejornais com mais de uma hora e a ver as habituais desgraças servidas em bandeja dourada, do marido que matou a mulher por ciúmes, ou do carro que caiu na ravina . Notícias a sério não existem porque os "jornalistas" não as procuram ou se as encontram sabe-se lá porque razões não as publicam/emitem. Então eles não sabem o que todos nós de uma forma geral sabemos? Então porque não investigam? Porque dá trabalho e ganham mal? Ou porque vão mexer com gente graúda que lhes prega com uma acção em tribunal, para a defesa da qual não têm dinheiro? Ou porque em alguns dos casos estão envolvidas empresas/empresários que são a grande fonte de receita publicitária do seu "emprego"? Assim continuamos a ver/ouvir/ler as noticias que a Lusa, agência do estado e dependente do governo que estiver em funções, distribua com base em critérios pouco transparentes.

Esta falta de assuntos é compensada nos períodos eleitorais, com o acompanhamento dos candidatos mais importantes, os frente-a-frente, os comentários, as sondagens, as opiniões etc.. Este ano, tal é a falta de assunto e a necessidade de dizer qualquer coisa que foram ao pormenor de (não lembrava ao diabo) contarem os quilómetros que os candidatos percorreram e os quilos de CO que as respectivas caravanas emitiram. Estou a ver os ecologistas a irem votar no partido que emitiu menos CO ou os adeptos do automobilismo no que fez mais quilómetros. Francamente! À pobreza da campanha junta-se a pobreza da informação. E já anunciam que após o encerramento das urnas vão avançar com as projecções, os comentários, as entrevistas e pasme-se, acompanhar o vencedor com meios nunca vistos, motos, helicóptero eu sei lá o quê. A importância que a comunicação social dá aos políticos é impressionante e penso que única no mundo civilizado, e ajuda a transformar os políticos manhosos que por aí proliferam em estrelas que eles sabem não ser, mas que chegam a pensar que são.

Todos nós sabemos que Portugal é dos países mais atrasados da Europa, e a comunicação social tem dado uma ajuda preciosa para isso. Já era tempo de os telejornais terem 30 minutos de duração e darem as notícias que o são na realidade e que deverão ser do conhecimento geral. As desgraças guardem-nas para os programas da manhã e da tarde que é para isso que pagam à Fátima Lopes, à Júlia Pinheiro e ao Goucha . E quando forem questão mais científicas façam programas sobre o tema em questão. Assim evito de ver operações de barriga aberta quando estou a jantar.

segunda-feira, janeiro 19, 2009

Os leitores lançam as mãos à massa-V

Nos tempos que correm, encontrar alguém que possui uma relíquia e se dispõe a partilhá-la, não só é raro, como é motivo de orgulho para todos os que com ele privam. É isso mesmo que sentimos por termos leitores como o Augusto Rodrigues que, de Ovar, nos mandou a imagem que se segue. Para partilhar.

Inauguração da Estação de Vouzela


Amigos:
Junto foto da inauguração da estação de caminho de ferro em Vouzela, presumo ter sido em 17 de Março de 1914.
(...)
Grande abraço,
Augusto Rodrigues - Ovar

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Para guardar em local seco-VII

Encontrado no Aldeia de Beirós

Ideias de outros que interessa guardar. Para consumir mais tarde ou para reproduzir em futuras sementeiras.

Para o debate de ideias

O grande problema do município é que a estrutura de receitas e despesas que deu origem ao grande buraco continua a existir e portanto é provável que no final do próximo ano já exista um novo buraco e que cada ano continue a crescer- Clicar na imagem para continuar a ler.



A isto respondeu o Presidente da Câmara que “os encargos da Câmara com a dívida são de 6,99% da despesa global” e que por isso entende “que a edilidade não tem uma situação tão difícil”.- citações retiradas do Notícias de Vouzela de 8 de Janeiro de 2009.

Comboio: a memória

Alguns túneis, algumas trincheiras, e finalmente chegava a Vouzela. Quase a entrar na estação, o comboio atravessava uma bonita ponte de alvenaria, com 15 arcos, sobre a ribeira do Zela.- Mundos incompreendidos

Comboio: os que não desistem

Outros teriam feito talvez o aproveitamento turístico (da linha do Vale do Vouga) se as estratégias não andassem sempre desfasadas do tempo e se não fossem marcadas pela visão egoísta dos grandes centros. Visão essa limitadora se se atender à virtualidade verdadeiramente distintiva que Portugal tem para oferecer face à concorrência de outros países com maior peso turístico: a diversidade em tão curto espaço geográfico- d’aquém e d’além.

Eleições à porta...

Autarquias vão poder adjudicar obras até cinco milhões de euros sem abrir concurso- RTP
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Os dois textos sobre o comboio foram encontrados a partir do Viseu,Senhora da Beira

segunda-feira, dezembro 29, 2008

Fantástica! a velha ESTAÇÃO...



Esta é uma das mais fantásticas relíquias que guardo na colecção!

segunda-feira, setembro 08, 2008

Fotografia aérea da vila em 1937

Vista aérea de Vouzela em 1937- "clique" na imagem para ampliar

Em 15 de Julho de 1937, o Notícias de Vouzela publicava esta fotografia aérea tirada pelo tenente Morais Carvalho. Apesar da pouca nitidez, talvez seja uma ajuda para o esforço de datação de imagens de Vouzela. Com o casario concentrado a Poente, o actual centro da vila limitava-se à Rua Morais Carvalho, Praça da República e à envolvente de uma Avenida João de Melo que terminava no cruzamento com a Rua Ayres de Gouveia. Ao centro, destaca-se o edifício do então Tribunal (actual Câmara Municipal), não existindo, ainda, a Alameda D. Duarte de Almeida (Jardim) tal como hoje a conhecemos. Quer para Nascente, quer para Sul, muito pouco estava construído, sendo possível localizar a antiga Estação dos Caminhos de Ferro, ao cimo de uma rua sem qualquer casa ( a não ser a fachada NE do Tribunal).

quinta-feira, agosto 14, 2008

Uma história triste

Maria Keil. Estação dos Restauradores

Era uma peça de Rosa Ramalho por que tinha particular estima. Um belo dia, deixei de a ver no local que lhe estava destinado, em minha casa. Perguntei por ela à jovem que nos ajudava nas tarefas domésticas que, espantada, me respondeu: “Aquela coisa? Partiu-se. Era tão feia que até me esqueci de dizer”. Pois, a partir de hoje, após ter lido a história que aqui vamos divulgar, estás perdoada, rapariga.

Não aconteceu em Vouzela, nem tem que ver com ambiente. Mas tem que ver com o modo como se protege o nosso património colectivo e com a competência de quem se arroga o direito de o fazer. É a história de alguém (Maria Keil) que um dia decidiu oferecer trabalhos seus para decorar algumas estações do Metro de Lisboa e que, por isso mesmo, por não ter cobrado um tostão, nem se ter refugiado em contratos, viu o seu trabalho vandalizado, com os responsáveis (do Metropolitano de Lisboa) a suspirar de alívio por não terem que a indemnizar. É a história- triste- de um país que elegeu o "pato-bravo" como seu paradigma e por aí se ficou. A ler no Cantigueiro, onde chegámos a partir do Arrastão. E com esta retomamos as nossas férias. Mais tristes.

sexta-feira, julho 11, 2008

O carro eléctrico

"(...) tinha a vantagem de ser transporte colectivo, sector que, inexplicavelmente, o governo continua a ignorar".

Nos finais dos anos 70, soube-se que a estação espacial Skylab ia cair na Terra, sendo imprevisível o local. Tratava-se de uma estrutura enorme de não sei quantas toneladas, o que causou alguma apreensão. Consta que, nessa altura, aproveitando o nervosismo dominante, houve uns patuscos que decidiram vender...capacetes anti- Skylab. Parece que fizeram algum negócio.

A leva anunciadora do nosso governo, fez-nos recordar este episódio. Confrontados com o desespero de uma população que passa dificuldades, agravadas pelo brutal aumento do preço do petróleo, eis que o governo tira da cartola uma série de projectos e de promessas, para dar a entender que tem a situação controlada. Capacetes anti-Skylab.

Um dos projectos, foi o do carro eléctrico. Cerimónia pública virada para as câmaras, José Sócrates anunciou o protocolo assinado com a Renault-Nissan . Estes constroem a viatura e o governo compromete-se a criar condições para o carregamento e mudança das baterias do automóvel e garantir benefícios fiscais. Imposto automóvel limitado a 30%, disse José Sócrates e aqui começaram as dúvidas. Porquê 30%, se a lei actual isenta por completo “veículos não motorizados, bem como os veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis”?

Depois, para quem, como nós, nem a bateria do portátil consegue ter em condições, essa história da autonomia de 200 quilómetros, mais equipamento especial para mudar bateria que leva, no mínimo, 26 minutos a carregar, fez uma enorme confusão. Não será que se estão a construir aeroportos para a Passarola de Bartolomeu de Gusmão? É que, projectos de viaturas movidas através de energias mais ou menos alternativas, é coisa que não falta. Um desses projectos, até está a ser desenvolvido com o apoio da Câmara Municipal do Porto. Não serve? O governo não sabia? Pode garantir que o protocolo agora assinado é a melhor solução? Tudo parece meio precipitado, sem grande critério, só para mostrar que se faz alguma coisa.

Por tudo isto e até prova em contrário, o único carro eléctrico que nos convence é precisamente aquele com que uns tantos iluminados quiseram acabar, já depois de se conhecerem os efeitos do primeiro choque petrolífero. Além do mais, tinha a vantagem de ser transporte colectivo, sector que, inexplicavelmente, o governo continua a ignorar.

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Ele aí vem!

(Actualizado)
O comboio pode regressar a Vouzela. De acordo com o presidente da Câmara de Aveiro, é intenção do governo “abrir concurso para o estudo-prévio e avaliação de impacto ambiental do troço Aveiro-Viseu ainda este ano” (Jornal de Notícias, a partir daqui)). Élio Maia respondia às críticas de um vereador do Partido Socialista que o tinha acusado de passividade na polémica sobre a localização da estação do TGV (que parece estar prevista para Albergaria-a-Velha). Na sequência disso, defendeu ser mais importante para Aveiro a ligação a Salamanca em comboio de alta velocidade, tendo então adiantado a informação sobre a ligação Aveiro-Viseu.

Se por "alta velocidade" entendermos o TGV, claro que não podemos esperar por uma paragem em Vouzela para comprar pastéis- por muito que o mereçam. Aliás, nem em Vouzela, nem em qualquer outro local, cuja distância seja incompatível com a velocidade desejável. Agora, o que nos parece é ser esta a grande oportunidade para reivindicar que a região volte a ser servida pela via férrea. Já que o "canal" vai ser aberto para velocidades altas, porque não conciliá-lo com opções de velocidade mais moderada?

Sempre defendemos que o regresso do comboio, mais tarde ou mais cedo, acabará por ser inevitável. Resta saber qual será a capacidade (e o interesse) dos responsáveis pelos três concelhos de Lafões para imporem a sua participação neste debate. Ou, se quiserem, qual será a nossa capacidade para os fazer entender que não nos basta ver passar... as bicicletas.

terça-feira, dezembro 04, 2007

Quando um homem quiser

Vouzela, 4 de Dezembro. Sigo na direcção de Fataunços, passa já da meia- noite. Rua Sidónio Pais, defunta estação dos combóios, defunta serração, atravesso a ponte, passo à porta dos Maristas (defunto Hotel Mira-Vouga) e, no cimo, junto ao cruzamento, o sinal vermelho vivo, realçado pela escuridão, obriga-me a parar. Já passa da meia- noite, repito. Nem carros, nem pessoas, nada que se visse ou mexesse. De frente para a capela de São Sebastião, interrogo-me se aquele semáforo será uma nova forma de apelar ao recolhimento, um substituto tecnológico das “alminhas” de antanho. Concluo que, ao fim e ao cabo, as cores do semáforo têm mais que ver com a quadra natalícia do que muitas iluminações que temos visto. E, afinal de contas, “Natal é quando um homem quiser”...

________
Regista-se com agrado que Vouzela alarga o seu espaço na blogosfera. Já conhecíamos o “Metal Morfose”, o “Underground Sound”, o “Anti-Sócrates”, “Os dias assim” o “Burro quando foge”. Recentemente tivemos conhecimento do “Postal de Vouzela” (bem apanhado) e do “Maria Carqueja”. Têm interesses diferentes, objectivos diferentes mas uma vontade comum de comunicar. “Caladinhos” é nome de biscoito e de tanta troca de ideias, alguém há-de explicar que, "quando um homem quiser", os semáforos podem ficar em amarelo intermitente.

sexta-feira, novembro 23, 2007

Intervenção de risco

O fumo saía da chaminé da Serração. Em primeiro plano, a Estação do Caminho de Ferro

A demolição. Percebe-se o espaço que liberta e o conjunto de edifícios que aguarda por seguir o mesmo caminho.

Prepara-se mais uma intervenção de alto risco na vila. Demolida a Serração e tendo em conta o valor daqueles terrenos, a tentação para amontoar tijolo deve ser muito grande.

Chegou a ser das principais unidades industriais do concelho e, quando foi construída, provavelmente estava fora da malha urbana, mesmo em frente à estação do comboio. Fazia sentido. Depois a vila cresceu e passou a ocupar um espaço privilegiado e... cobiçado.

Situada numa das zonas mais elevadas e de difícil circulação, qualquer construção que ali venha a ser feita acabará por ter um impacto muito grande. Resta saber se da parte de quem vai licenciar haverá sensibilidade para o perceber. De facto, a futura obra que ali venha a ser autorizada, será um exame à competência técnica da Câmara. Só que é a imagem de Vouzela, o seu equilíbrio, que pode vir a sofrer as consequências de um possível “chumbo”.

segunda-feira, outubro 01, 2007

Linha do Vale do Vouga:uma viagem ao que resta

Aproximava-se o fim. A poucos metros do local de onde foi conseguida esta imagem, está hoje um prédio
(foto de Guilherme Figueiredo)

Não vale a pena perder muito tempo com o assunto: o encerramento da linha do Vale do Vouga foi, na hipótese mais suave, uma tremenda irresponsabilidade; na mais dura, uma vigarice, cuja história há-de ser contada sem poupar nos pormenores sórdidos. Ponto final. O que nos parece ser de realçar é o modo como muitos trabalham para manter a memória viva, publicando estudos, organizando arquivos de imagens e até divulgando petições pela sua reactivação. Todos, lá bem no íntimo, mantêm viva a esperança de que a asneira não seja irreversível. Ao fim e ao cabo, para além do recurso turístico que podia ter sido, o comboio é a melhor alternativa a uma circulação automóvel que o futuro, inevitavelmente, irá limitar.

A construção da linha do Vale do Vouga sucedeu ao projecto de tornar o rio navegável desde Aveiro até São Pedro do Sul. Não tivessem as tropas de Junot invadido o país e talvez a obra fosse concretizada (1).

A verdade é que, depois de muita polémica a propósito do melhor traçado, a data oficial de inauguração da via férrea que nos havia de ligar ao litoral fixou-se a 23 de Novembro de 1908 (troço entre Espinho e Oliveira de Azeméis). Já depois da instauração da República, foi feita a ligação entre Aveiro e a Sernada (Setembro de 1911) e, finalmente, em 5 de Fevereiro de 1914, até Viseu.

A velha linha resistiu às dificuldades de duas guerras mundiais, mas não conseguiu enfrentar o “boom” do automóvel em Portugal (e das empresas de camionagem), nem as exigências de maior velocidade e comodidade. Na verdade, sendo uma linha de via estreita, nunca beneficiou de modernizações significativas e a tentativa de aumentar a velocidade de circulação através de automotoras, revelou-se pouco satisfatória.

Foi isso que deu força à ofensiva favorável ao encerramento, que teve o seu auge nos anos 70. Do mesmo lado da barricada, misturaram-se os argumentos dos que defendiam investimentos para a melhorar e dos que preferiam acabar com ela: que não justificava as despesas, que havia meios de transporte alternativos, que... causava fogos. Em 1972, o comboio era substituído por camionetas da CP, embora isso não fosse assumido como definitivo. A verdade é que, dois anos depois, a 10 de Janeiro de 1974, o Notícias de Vouzela publicava, na sua primeira página, o seguinte desabafo, ilustrado por uma fotografia da estação: “O que irá ser um dia, este terreno enorme, no centro da vila, que foi, durante sessenta anos, estação do caminho de ferro? Porque já não acreditamos que o comboio regresse (...)".

A população nunca se resignou. Logo após o 25 de Abril, há registo de diversas tomadas de posição que obrigaram os governantes a prometerem não só o regresso do comboio como, também, a melhoria das suas condições. Ele voltou, mas nunca melhorou. E íam começar os tempos dourados da construção civil.

A 27 de Dezembro de 1983, setenta e cinco anos, um mês e quatro dias depois da inauguração do primeiro troço da linha, o Vale do Vouga assistiu à última viagem do seu combóio. Na sua obra “Memórias do Vale do Vouga”, o médico Manuel Castro Pereira antecipou: “Novos e difíceis tempos virão, onde a ferrovia tem de desempenhar um papel decisivo de alternativa de transporte de pessoas e bens”. Esses tempos aí estão, apesar dos nossos governantes, nacionais e locais, assobiarem para o lado, na tentativa desesperada de que não nos lembremos de lhes pedir responsabilidades.

Depois de já termos divulgado páginas de fotografias recordando a linha no seu auge, propomos agora uma viagem pelo que existe. São imagens de abandono, de desleixo, da pressa com que alguns “urbanizaram” o espaço. Nós próprios, apesar de termos limitado o estrago, não evitámos construir lá um prédio (erro já assumido pela Câmara Municipal de Vouzela). Mas, numa altura em que alguns discutem o que fazer com as pontes que eram usadas pelo comboio, esta viagem que propomos à estupidez e ao desperdício, é o nosso contributo para que não se agrave a asneira. E para que ela não seja irreversível. Porque, mais cedo ou mais tarde, o comboio vai regressar.

Que a viagem comece (basta "clicar")
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(1)- As referências históricas foram retiradas da obra Vouzela- A Terra, os Homens e a Alma, Vouzela, 2001.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Tempos

São imagens de outros tempos que, com tempo, aqui vão sendo reveladas, mostrando momentos, pequenas marcas de como o tempo passa.

295- Vouzela: Rua Conselheiro Morais de Carvalho nos anos 50- 11 de Novembro de 2013

294- Vouzela: Hotel Mira Vouga por volta dos anos 50- 21 de Outubro de 2013

293- Automotora na estação de Moçâmedes- 14 de Outubro de 2013

292- Castelo de Vilharigues- 07 de Outubro de 2013

291- Vouzela na Illustração Portugueza de 31 de Março de 1919- 01 de Agosto de 2013

290- Vouzela: Pensão Jardim-II- 01 de Julho de 2013

289- Capa do programa das Festas do Castelo de 1956- 23 de Abril de 2013

288- Vouzela: Locomotiva E181- 25 de Fevereiro de 2013

287- Vouzella- Casa da Cavallaria (Azillo-Hospital)- 31 de Dezembro de 2012

286- Termas de São Pedro do Sul: Palácio Hotel- 17 de Dezembro de 2012

285- Vouzela: Paisagem- 03 de Dezembro de 2012

284- São Pedro do Sul: Edifício Termal- 19 de Novembro de 2012

283- Vouzela: Parque e Ermida do Monte Castelo- 12 de Novembro de 2012

282- São Pedro do Sul: Antigo Convento dos Frades- 05 de Novembro de 2012

281- São Pedro do Sul: Rua Serpa Pinto- 22 de Outubro de 2012

280- Vouzela: Mais um ângulo do Monte da Nossa Senhora do Castelo- 15 de Outubro de 2012

279- São Pedro do Sul: Convento de São Cristóvão de Lafões- 08 de Outubro de 2012

278- Vouzela: Praça da República- 01 de Outubro de 2012

277- São Pedro do Sul: Ponte do Pego- 24 de Setembro de 2012

276- Vouzela: Ponte do Caminho de Ferro- 17 de Setembro de 2012

275- São Pedro do Sul: Ponte Nova- 10 de Setembro de 2012

274- João "Rei"- 03 de Setembro de 2012

273- João António Gonçalves de Figueiredo- 29 de Agosto de 2012

272- Vouzela: Igreja de São Frei Gil- Relicário e maxilar inferior do santo- 26 de Agosto de 2012

271- São Pedro do Sul: Várzea de Pouves e rio Sul- 20 de Agosto de 2012

270- Vouzela: São Frei Gil- 26 de Agosto de 2012

269- São Pedro do Sul: Várzea de Pouves e Rio Sul- 20 de Agosto de 2012

268- Vouzela: Pensão Serrano- 13 de Agosto de 2012

267- São Pedro do Sul: Egreja da Misericórdia- 06 de Agosto de 2012

266- Pormenor da Rua de São Frei Gil- 30 de Julho de 2012

265- São Pedro do Sul: Hospital N. S. do Amparo- 23 de Julho de 2012

264- Vouzela: Atual Praça da República em 1894 e recordação da visita da raínha D. Amélia- 16 de Julho de 2012

263- Vouzela: Pensão Jardim II- 09 de Julho de 2012

262- São Pedro do Sul: Jardim Salazar- 02 de Julho de 2012

261- Vouzela: Pensão e café Jardim- 27 de Junho de 2012

260- Vouzela: Igreja Matriz- uma imagem diferente- 25 de Junho de 2012

259- Termas de São Pedro do Sul: Represa e antigo balneário- 18 de Junho de 2011

258- Vouzela: Vista parcial e viaduto da linha férrea por volta dos anos 50- 11 de Junho de 2012

257- Oliveira de Frades: Praça Luís Bandeira- 04 de Junho de 2012

256- Termas de São Pedro do Sul: Grande Hotel- 28 de Maio de 2012

255- Vouzela: Rua Conselheiro Morais de Carvalho- 21 de Maio de 2012

254- Oliveira de Frades: Paços do Concelho- 14 de Maio de 2012

253- São Pedro do Sul: Feira- 07 de Maio de 2012

252- Vouzela: Panorâmica vista do Castelo- 30 de Abril de 2012

251- Oliveira de Frades: Vista parcial Sul- 23 de Abril de 2012

250- São Pedro do Sul: Estação e via férrea- 16 de Abril de 2012

249- Vouzela: Casa das Ameias na década de 50- 09 de Abril de 2012

248- Oliveira de Frades: Vista parcial Norte- 02 de Abril de 2012

247- São Pedro do Sul: Duas vistas da Ponte do Pego- 26 de Março de 2012

246- Vouzela: Ponte Morais Carvalho- 19 de Março de 2012

245- Oliveira de Frades: Pensão Avenida- 12 de Março de 2012

244- São Pedro do Sul: Lenteiros do Rio- 05 de Março de 2012

243- Lavadeiras do Zela- 27 de Fevereiro de 2012

242- Vouzela: Espigueiro e amendoeira em flor- 22 de Fevereiro de 2012

241- Oliveira de Frades: O caminho de ferro e a neve- 20 de Fevereiro de 2012

240- São Pedro do Sul: Panorâmica geral do Bairro da Ponte- 13 de Fevereiro de 2012

239- Vouzela: Pormenores de um postal sobre as lavadeiras do rio Zela- 06 de Fevereiro de 2012

238- Oliveira de Frades: Comparação de imagens da Igreja Matriz- 30 de Janeiro de 2012
237- Termas de São Pedro do Sul: Passeio de barco- 23 de Janeiro de 2012
236- Horário da Linha do Vale do Vouga- 16 de Janeiro de 2012

235- Oliveira de Frades: A linha do comboio- 09 de Janeiro de 2012

234- Thermas Rainha D. Amélia- 02 de Janeiro de 2012

233- Vouzela: Vista da Ponte- 26 de Dezembro de 2011

232- Oliveira de Frades: Vista parcial- 19 de Dezembro de 2011

231- São Pedro do Sul: Bairro da Ponte (imagem com 100 anos)- 12 de Dezembro de 2011

230- Vouzela: Vista geral do lado Sul- 05 de Dezembro de 2011

229- Oliveira de Frades: Avenida Dr. Lino dos Santos- 28 de Novembro de 2011

228- Sobre o ciquentenário do caminho de ferro do Vale do Vouga- 23 de Novembro de 2011

227- São Pedro do Sul: Ponte do Pego- 21 de Novembro de 2011

226- Cooperativa Agrícola de Lafões- 16 de Novembro de 2011
225- Vouzela: Marcofilia- 14 de Novembro de 2011

224- Vouzela: Desenho do Jardim, 1952- 12 de Novembro de 2011

223- Oliveira de Frades: Escolas Primárias- 07 de Novembro de 2011

222- São Pedro do Sul: Ponte sobre o Vouga nas Thermas do Banho- 31 de Outubro de 2011

221- Vouzela: Rua Mouzinho d'Albuquerque- 24 de Outubro de 2011

220- Oliveira de Frades: Há 70 anos- 17 de Outubro de 2011

219- São Pedro do Sul: Lavadouro público- 10 de Outubro de 2011
218- Imagem de 1963 sobre quadros expostos no Museu de Vouzela- 03 de Outubro de 2011

217- Oliveira de Frades: Estação dos Caminhos de Ferro- 26 de Setembro de 2011

216- São Pedro do Sul: Rua Serpa Pinto-II- 19 de Setembro de 2011
215- Linha do Vouga- Exploração Rodoviária- 12 de Setembro de 2011
214- Quinta do Paço de Moçâmedes- 05 de Setembro de 2011

213- São Pedro do Sul: "Convento e Paços Municipaes"- 29 de Agosto de 2011

212- Vídeo com imagens antigas de Vouzela- 28 de Agosto de 2011

211- Oliveira de Frades: A Capela da Feira há 100 anos- 22 de Agosto de 2011

210- Igreja Matriz de Vouzela: Imagem da Virgem com o Menino- 15 de Agosto de 2011

209- Termas de São Pedro do Sul- um ângulo diferente- 08 de Agosto de 2011

208- Oliveira de Frades: Calvário de Ribeiradio- 01 de Agosto de 2011

207- Vouzela: imagem da Rua da Ponte em 1950- 25 de Julho de 2011

206- São Pedro do Sul: Santa Cruz da Trapa- 18 de Julho de 2011

205- Oliveira de Frades: Arcozelo das Maias- 11 de Julho de 2011

204- Vouzela: Ponte e lavadeiras no Zela- 04 de Julho de 2011

203- Mosteiro de São Cristóvão de Lafões- 27 de Junho de 2011

202- Oliveira de Frades: Imagem dos anos 50- 20 de Junho de 2011

201- Vouzela: Imagem da Igreja Matriz publicada por volta de 1900- 13 de Junho de 2011

200- Vouzela: Ponte do caminho de ferro em construção- 10 de Junho de 2011

199- São Pedro do Sul: Ponte sobre o Vouga- 06 de Junho de 2011

198- Oliveira de Frades: Paços do Concelho nos anos 50- 30 de Maio de 2011

197- Vouzela: Imagem da carvalha da Feira editada por volta de 1900- 23 de Maio de 2011

196- São Pedro do Sul: Rua Baroneza de Palma- 16 de Maio de 2011

195- Oliveira de Frades: Colégio Lafonense- 09 de Maio de 2011

194- Vouzela: Praça Morais Carvalho: a mesma imagem editada em épocas diferentes- 02 de Maio de 2011

193- São Pedro do Sul: Rua Serpa Pinto- 25 de Abril de 2011

192- Vouzela: "novo edifício das cadeias"- 22 de Abril de 2011

191- Oliveira de Frades: Vista parcial- 18 de Abril de 2011

190- Vouzela: Vista parcial por volta de 1900- 11 de Abril de 2011

189- Cruzeiro do Gamardo- II- 07 de Abril de 2011

188- São Pedro do Sul: Praça da República- II- 04 de Abril de 2011

187- Oliveira de Frades: Avenida Dr. Lino Santos- 28 de Março de 2011

186- Vouzela: Igreja da Misericórdia- 21 de Março de 2011
185- Associação de Futebol "Os Vouzelenses": Fundadores- 18 de Março de 2011

184- São Pedro do Sul: Praça da República- 14 de Março de 2011

183- Oliveira de Frades: Paços do Concelho- 07 de Março de 2011

182- Lacticínios Santa Cruz, Lda.- 04 de Março de 2011

181- Hotel Mira Vouga ao longo do tempo- 28 de Fevereiro de 2011

180- São Pedro do Sul: Palacete Palme- 21 de Fevereiro de 2011

179- Ermida do Monte Castelo (antes da florestação)- 18 de Fevereiro de 2011

178- Praça da República com neve (anos 40?)- 11 de Fevereiro de 2011
177- Igreja Matriz de Vouzela na Lotaria Nacional- 07 de Fevereiro de 2011
176- São Pedro do Sul: Palácio Marquês de Reriz- 31 de Janeiro de 2011
175- Oliveira de Frades: Feira- 26 de Janeiro de 2011

174- Descrição dos trabalhos de restauro da Igreja Matriz de Vouzela, publicados no Boletim da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, Julho de 1949 (2)- 17 de Janeiro de 2011

173- Termas de São Pedro do Sul: Palácio Hotel- 10 de Janeiro de 2011

172- Oliveira de Frades: Vista parcial de Souto de Lafões- 03 de Janeiro de 2011
171- Descrição dos trabalhos de restauro da Igreja Matriz de Vouzela, publicados no Boletim da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, Julho de 1949- 27 de Dezembro de 2010

170- Vouzela: vista geral com neve- 23 de Dezembro de 2010

169- Termas de São Pedro do Sul: Ponte e Hotel Vouga- 20 de Dezembro de 2010

168- Ribeiradio: Capela Nossa senhora Dolorosa- 13 de Dezembro de 2010

167- Mapa turístico do Distrito de Viseu (anos 30?)- 06 de Dezembro de 2010

166- Palace Pensão Mira Vouga- o2 de Dezembro de 2010

165- Termas de São Pedro do Sul- Balneário- 29 de Novembro de 2010

164- Oliveira de Frades: Indo da Feira para a vila em 1937- 22 de Novembro de 2010


163- Igreja Matriz antes dos restauro da responsabilidade da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais- 15 de Novembro de 2010

162- Pensão Marques- 15 de Novembro de 2010

161- Termas de São Pedro do Sul: Rio Vouga- 08 de Novembro de 2010

160- Oliveira de Frades: Um dia de neve- 01 de Novembro de 2010

159- Vouzela: Posto da GNR (anos 50/60)- 28 de Outubro de 2010

158- Feira de Vouzela- aguarela de Roque Gameiro- 25 de Outubro de 2010
157- São pedro do Sul: vista parcial das Termas- 18 de Outubro de 2010

156- Locomotiva E202- 13 de Outubro de 2010

155- Oliveira de Frades: Procissão nos anos 60- 11 de Outubro de 2010
154- Vouzela no tempo da I República- 04 de Outubro de 2010

153- São Pedro do Sul: Equipa de futebol nos anos 40- 27 de Setembro de 2010
152- Elementos da Banda de Vouzela- 21 de Setembro de 2010

151- Oliveira de Frades: Vista parcial, Norte- 20 de Setembro de 2010

150- Rua Morais Carvalho, por volta de 1910- 13 de Setembro de 2010

149- Oliveira de Frades: Feira do gado- 06 de Setembro de 2010

148- São Pedro do Sul: fila para o azeite- 30 de Agosto de 2010

147- Vouzela vista de Nascente (por volta de 1920)- 23 de Agosto de 2010

146- Oliveira de Frades: Rua Dr. António José de Almeida e bombas de gasolina da Mobiloil- 16 de Agosto de 2010

145-Margens do Vouga- 12 de Agosto de 2010

144- São Pedro do Sul: Etiquetas de bagagem- 09 de Agosto de 2010

143- Chãs: Bancada de madeira em 1943- o4 de Agosto de 2010

142- Estação de Vouzela: Locomotiva E124- o2 de Agosto de 2010

141- Oliveira de Frades: Fábrica de Serração de Ribeiradio (1912)- 26 de Julho de 2010
140- Termas de São Pedro do Sul: Etiquetas de bagagem- 19 de Julho de 2010
139- Vouzela: Etiquetas de bagagem- 12 de Julho de 2010

138- Oliveira de Frades: Casal do Cruzeiro- 05 de Julho de 2010

137- São Pedro do Sul: Antigo Convento dos Frades e Paços do Concelho- 28 de Junho de 2010

136- Locomotiva E211 na Estação de Vouzela- 21 de Junho de 2010

135- Oliveira de Frades: Pensão Avenida II- 14 de Junho de 2010

134- São Pedro do Sul: Ponte do caminho de ferro- 07 de Junho de 2010 (também aqui)

133- Vouzela: Cruzeiro da Independência (Gamardo)- 31 de Maio de 2010

132- Oliveira de Frades: Largo do Cruzeiro- 24 de Maio de 2010

131- São Pedro do Sul- Paços Municipais- 17 de Maio de 2010

130- São Pedro do Sul: 1º de Maio de 1974- 14 de Maio de 2010

129- Vouzela-Viaduto das Juntas- 10 de Maio de 2010

128- Oliveira de Frades: Pinheiro de Lafões, anos 50- 03 de Maio de 2010

127- São Pedro do Sul- Estação- 26 de Abril de 2010

126- Hotel Mira-Vouga visto da Foz- 19 de Abril de 2010

125- Oliveira de Frades: trabalhos agrícolas (II)- 12 de Abril de 2010

124- São Pedro do Sul: Lavadouro Público- Ponte- 05 de Abril de 2010

123- Linha do Vale do Vouga- Papeis de valor (2)- 29 de Março de 2010

122- Oliveira de Frades: Trabalhos agrícolas- 22 de Março de 2010

121- Termas de São Pedro do Sul: um trecho do Rio Vouga- 15 de Março de 2010

120- Vouzela- um lindo trecho dos arredores- 08 de Março de 2010

119- Nevão em Oliveira de Frades- 01 de Março de 2010

118- Termas de São Pedro do Sul: Hotel Lisboa- 22 de Fevereiro de 2010

117- Philarmonica de Vouzella- 1908- 20 de Fevereiro de 2010

116- Igreja Matriz- V- 15 de Fevereiro de 2010

115- Oliveira de Frades- Souto de Lafões- 08 de Fevereiro de 2010

114- São Pedro do Sul: Bairro da Ponte-IV- 01 de Fevereiro de 2010

113- Vouzela por volta de 1910- 25 de Janeiro de 2010

112-Vouzela- vista parcial- 21 de Janeiro de 2010

111- Oliveira de Frades: Pensão Avenida (anúncio)- 18 de Janeiro de 2010

110- São Pedro do Sul- Bairro da Ponte (aspecto do rio Sul)- 11 de Janeiro de 2010

109- Estação- imagem dos anos 20- 04 de Janeiro de 2010

108- Oliveira de Frades: Rua Dr. António José de Almeida- 28 de Dezembro de 2009

107- São Pedro do Sul: Bairro da Ponte-II- 21 de Dezembro de 2009

106- Cédulas emitidas pela Câmara Municipal de Vouzela nos anos 20- 14 de Dezembro de 2009

105- Oliveira de Frades: Pensão Avenida- 07 de Dezembro de 2009

104- São Pedro do Sul: Bairro da Ponte- 30 de Novembro de 2009

103- Ponte Romana sobre o rio Zela-V- 23 de Novembro de 2009

102- Casal do Cruzeiro, Oliveira de Frades- 16 de Novembro de 2009

101- Vista aérea do centro de Vouzela- 09 de Novembro de 2009

100- São Pedro do Sul: Um dia de mercado- 02 de Novembro de 2009

99- Pelourinho e Escola Conde Ferreira-II- 26 de Outubro de 2009

98- Largo da Feira- Oliveira de Frades- 19 de Outubro de 2009

97- Aguardente de Lafões/ Vinho de Lafões- 13 de outubro de 2009

96- Ponte do Conhedo, Oliveira de Frades- o5 de Outubro de 2009

95- Linha do Vouga: Papéis de Valor- 28 de Setembro de 2009

94-Capucha-II- 23 de Setembro de 2009

93- Oliveira de Frades- Um Fontenário- 21 de setembro de 2009

92- Ponte Romana sobre o Rio Zela- IV- 14 de Setembro de 2009

91- Avenida Dr. Lino Santos em Oliveira de Frades- 07 de Setembro de 2009

90- Ponte da Foz-II- 31 de Agosto de 2009

89- Igreja Matriz de Oliveira de Frades em dia de neve- 24 de Agosto de 2009

88- Vistas do Vouga com os montes Lafão e Castelo em fundo- 17 de Agosto de 2009

87- Rua Principal (Oliveira de Frades)- 10 de Agosto de 2009

86- Folheto das Festas do Castelo de 1958-05 de Agosto de 2009

85- Folheto dos Caminhos de Ferro do Vale do Vouga-II- 03 de Agosto de 2009

84- Oliveira de Frades: vista do lado Sul- 27 de Julho de 2009

83- Folheto dos Caminhos de Ferro do Vale do Vouga- 1940- 20 de Julho de 2009

82- Praça Luís Bandeira-Oliveira de Frades- 13 de Julho de 2009

81- Vouzela- vista do lado Sul- o6 de Julho de 2009

80- Colégio Lafonense (Oliveira de Frades)- 29 de Junho de 2009

79- Rua da Ponte (1960-2007)- 22 de Junho de 2009

78- Igreja de Oliveira de Frades- 15 de Junho de 2009

77- Autocolantes promocionais editados pela Região de Turismo Dão-Lafões- 08 de Junho de 2009

76- A Praça de Oliveira de Frades- 01 de Junho de 2009

75- As pessoas:costumes da Beira Alta- 25 de Maio de 2009

74- Igreja da Misericórdia- 18 de Maio de 2009

73- Ainda o Vouga- 11 de Maio de 2009

72- Ponte Morais Carvalho- Rio Vouga- 04 de Maio de 2009

71- Passeios no Vau- Rio Vouga- 27 de Abril de 2009

70- Ponte Romana sobre o Rio Zela-III- 20 de Abril de 2009

69- Vista a partir da ponte do comboio, de 1920 a 2007- 13 de Abril de 2009

68- Estendal de roupa-rio Zela- 06 de Abril de 2009

67- Casa das Ameias- 30 de Março de 2009

66- Trecho do Vouga- o Vau- 23 de Março de 2009

65- Monte Castelo- Aspecto da mata- 18 de Março de 2009

64- Sociedade Industrial de Serração de Vouzela- 16 de Março de 2009
63- Hotel Mira Vouga-III- 09 de Março de 2009

62- Monte Castelo- Escadaria- 02 de Março de 2009

61- Monte Castelo- Cruzeiro- 23 de Fevereiro de 2009

60- Igreja Matriz-IV- 16 de Fevereiro de 2009

59- Capela de São Frei Gil-III- 09 de Fevereiro de 2009

58- Igreja Matriz-III- o2 de Fevereiro de 2009

57- Edifício do Tribunal (actual Câmara Municipal)- 26 de Janeiro de 2009

56- Inauguração da Estação de Vouzela- 19 de Janeiro de 2009

55- Igreja Matriz-II- 12 de Janeiro de 2009
54- Vouzela com neve-1941- 05 de Janeiro de 2009

53- O Fado de Vouzela- Publicação com vista do lado Sul- 01 de Janeiro de 2009

52- A Estação-II- 29 de Dezembro de 2008

51- Praça da República (desenho)- 25 de Dezembro de 2008

50- Avenida João de Melo-II- 22 de Dezembro de 2008
49- Avenida João de Melo- 15 de Dezembro de 2008

48- Mapas- 08 de Dezembro de 2008

47- Ponte do comboio e vista geral-06 de Dezembro de 2008

46- Rua Conselheiro Morais de Carvalho no início dos anos 30- 01 de Dezembro de 2008

45- Praça Morais de Carvalho-II- 24 de Novembro de 2008

44- Ourivesaria Souto- 17 de Novembro de 2008

43- Praça da República no início dos anos 70- 14 de Novembro de 2008

42-
Feira-III- Carvalha da Feira
- 12 de Novembro de 2008

41- Feira-II- 10 de Novembro de 2008

40- Feira- 03 de Novembro de 2008

39- Ponte do Caminho de Ferro e comboio-III- 27 de Outubro de 2008
38- Vinhetas turísticas de Vouzela-III- 20 de Outubro de 2008

37- Vinhetas turísticas de Vouzela-II- 20 de Outubro de 2008

36- Vinhetas turísticas de Vouzela- 20 de Outubro de 2008

35- Hotel Mira Vouga-II- 13 de Outubro de 2008

34- Hotel Mira Vouga- 06 de Outubro de 2008

33- Ponte do Caminho de Ferro e comboio-II- 29 de Setembro de 2008

32- Fábrica de massas alimentícias "Rio Zela"- 22 de Setembro de 2008
31- Ponte do Caminho de Ferro em 1920 e comboio- 15 de Setembro de 2008

30- Torre de Vilharigues e vista geral de Vouzela do lado Nascente- 12 de Setembro de 2008

29- Fotografia aérea da vila em 1937- 08 de Setembro de 2008

28- Vouzela- vista geral- 01 de Setembro de 2008

27- Vouzela por volta de 1920- II- 25 de Agosto de 2008

26- Vouzela por volta de 1920- 25 de Agosto de 2008

25- Vouzela- Lado Poente- 18 de Agosto de 2008

24- Igreja Matriz- 04 de Agosto de 2008

23- Ponte da Foz- 21 de Julho de 2008

22- Inauguração da biblioteca da Escola Conde Ferreira- 07 de Julho de 2008

21- Ponte Romana- Parte II- 23 de Junho de 2008

20- Anúncios de 1936- 17 de Junho de 2008
19- Torre de Vilharigues- 09 de Junho de 2008

18- Praça Morais Carvalho, anos 30- 30 de Maio de 2008

17- Ponte Romana-Parte I-26 de Maio de 2008

16- Capela de S. Frei Gil-II- 14 de Maio de 2008

15- Antigo edifício da Câmara Municipal e actual Biblioteca- 28 de Abril de 2008

14. Largo do Pelourinho e Escola Conde de Ferreira em 1910-15 de Abril de 2008
13. Capucha- 11 de Fevereiro de 2008

12. Largo da Feira e Igreja Matriz por volta de 1910- 06 de Dezembro de 2007
11. Moinhos do Pombal (rio Zela)- 18 de Novembro de 2007

10. Carro de bois a subir a Rua da Ponte- 2 de Novembro de 2007

9. Rua Ayres de Gouveia- 9 de Julho de 2007

8. Um projecto para o Jardim- 22 de Junho de 2007

7. Água canalizada chega ao Monte Castelo- 21 de Maio de 2007

6. Capela de São Frei Gil- 14 de Abril de 2007

5. Imagens da Praça da República em diversas épocas- 5 de Março de 2007

4. Café Central e inauguração do placar de “O Século”- 23 de Fevereiro de 2007

3. O comboio, a estação do caminho de ferro, a ponte- 30 de Janeiro de 2007

2. Anúncios da hotelaria e restauração de Vouzela, publicados no Programa das Festas do Castelo de 1949- 24 de Janeiro de 2007

1. A Estação- 4 de Janeiro de 2007