segunda-feira, abril 26, 2010
segunda-feira, março 29, 2010
Linha do Vouga: Papéis de Valor (2)
Foi aqui mostrada em Setembro uma acção da Companhia Portuguêsa para a Construção e Exploração de Caminhos de Ferro (empresa proprietária da Linha do Vale do Vouga de 1923 a 1946). Apresentamos agora uma obrigação de 90 escudos, relativa a um empréstimo obrigacionista de 3.072.870$00 de 1 de Dezembro de 1928.
Podíamos aqui discutir porque é que o ilustrador do documento escolheu a segunda ponte mais bonita da Linha do Vouga, quando a escolha óbvia seria outra. Deixemos no entanto fluir a memória até ao passado e imaginemos aquela locomotiva que passa na Ponte do Poço de S. Tiago. Uma hora antes passara em Vouzela...
Ainda relativamente a esta companhia ferroviária, mostrámos no anterior post um Bilhete de Identidade (que conferia descontos) válido para os anos de 1932-1933-1934. Agora apresentamos dois passes. Como curiosidade refira-se que o proprietário dos passes não era, na época, uma pessoa qualquer. Era nem mais nem menos do que Louis Roger Montagné (1) na qualidade de administrador da linha da Beira Alta e com quem o Ministro das Obras Públicas de então, estabeleceu em 1942 um acordo para lhe adquirir um importante lote de acções da CP e Beira Alta.
Para terminar a apresentação destes documentos, fica a imagem de um "Título de 10 Obrigações da CP", empresa que se tornou proprietária da Linha do Vale do Vouga (e de todas as linhas nacionais), a partir do último dia de 1946.
(1) Louis Roger Montagné e Nicolas Escoriaza y Fabru (Visconde de Escoriaza) eram dois especuladores financeiros detentores de volumosas participações nos capitais sociais da CP e da Beira Alta. Os quantitativos de acções e obrigações que detinham davam-lhes assento nos conselhos de administração da CP para o primeiro e na Beira Alta para ambos.
in "Os «Comboios–bloco» (1941 – 1946)", Dr. Gilberto Gomes. Consultor da Área do Património Histórico. CP – Caminhos de Ferro Portugueses, EP
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CP
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sábado, março 27, 2010
REFLEXÕES PARA UM DIA DE PRIMAVERA ENVERGONHADA
1.Contrariamente ao que possam pensar eu não sou sempre do contra, mas chamar “metro de superfície” a um “carro eléctrico” é demais.O “metro” sempre foi um “subway” ou “underground” ,ou seja, anda debaixo do solo. Mesmo onde ele vem à superfície (ex.: Londres, Paris, Tóquio) está isolado do restante tráfico.
Só por cá é que existem “metros de superfície” porque somos parolos, atrasados, presunçosos , peneirentos, etc… Aquilo chama-se, em qualquer parte do mundo civilizado, um comboio, porque “eléctrico” também não é nada. Era no tempo em que não existiam automóveis eléctricos, “segways” e outras modernices movidas a electricidade.
Que queiram e lutem por reanimar a linha férrea do Vale do Vouga para fins turísticos ou outros de interesse regional faz todo o sentido e serei o primeiro a subscrever, mas chamem-lhe simplesmente comboio.
2.Muito se tem falado sobre a previsível privatização dos CTT e da importância que os mesmos têm para o país. Alguns falam mesmo em “soberania nacional” e confesso, fiquei preocupado, mas, um dia destes tive de ir a uma estação dos CTT e deparei com uma autêntica “loja do chinês”: livros, CD´s, relógios, peluches, jogos infantis e eu sei lá que mais, estavam ali para venda ao público. Claro que também havia selos, vales e registos, mas fiquei sem perceber se este não seria o negócio secundário.
Se pensarmos um pouco chegamos à conclusão que nos dias que correm as cartas e telegramas são cada vez mais coisa rara, substituídos por E-mails, redes sociais da internet e sms´s. Restam a correspondência oficial (as finanças, bancos, concessionárias de serviços e tribunais continuam a ser bons clientes) e algumas, poucas, empresas.
Ou seja: quando abrir a sua caixa de correio terá 99,9% de probabilidades de encontrar apenas contas para pagar.
3.Desta vez o Presidente andou a “limpar” o país. Lá o vi na TV com a roupagem adequada ao evento e a arengar sobre o ambiente e não sei quê mais, etc. e tal.
O lixo está para Portugal como a água para o peixe: sem água não havia peixe, sem lixo não havia “face oculta”, escutas, jornal de sexta, “SOL”, BPN, BPP e comentadores da TV. Possivelmente não havia partidos, políticos, “jotas” e quejandos.
Por favor esqueçam o lince da Malcata e salvem o lixo nacional.
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Zé de Lisboa
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quinta-feira, janeiro 07, 2010
Reabilitar é preciso
Serração
A serração era das mais antigas unidades industriais do concelho, localizada mesmo em frente da estação dos caminhos de ferro, numa altura em que isso marcava o fim da vila para o lado nascente. Mais tarde, o crescimento da malha urbana envolveu-a, valorizando os seus terrenos e tornando-os num negócio mais apetecível do que a continuação da actividade (que já tinha parado há algum tempo). Uma equipa camarária anterior, permitiu a urbanização do espaço-criou-se um problema. Falou-se da vontade de uma grande superfície ali se instalar, falou-se da
construção de um prédio de não sei quantos andares que a Câmara não autorizou- fez bem. Mal esteve (e está) quem demoliu a fachada, quem o permitiu e permite que se mantenha no estado que se vê. Salvo melhor opinião, qualquer projecto devia incluir os elementos mais característicos da unidade industrial que lá existiu. Assim como tudo isso devia estar devidamente classificado. Devia...
Mesmo ao lado da Câmara
Cá está um exemplo do que dissemos na introdução a este tema: este edifício, (composto por duas moradias geminadas) localizado na Rua Sidónio Pais, apesar de não ser um significativo exemplar de uma qualquer corrente arquitectónica, reflecte uma forma de habitar típica das primeiras décadas do século passado, em que a moradia "burguesa" era ladeada por um quintal que convidava à organização de uma pequena horta para consumo doméstico e, na cave, ainda tinha a tradicional "loja". A primeira das duas habitações está desocupada há muito e os sinais de degradação são evidentes. Desconhecemos as causas, mas, apesar de estar mesmo ao lado da Câmara Municipal, parece que ainda ninguém reparou...
Casa das Ameias... sempre
Sobre esta, quase tudo está dito. Há quem afirme que o edifício original remonta ao século XV e, de acordo com os estudos feitos por Lopes da Costa, aqui ficava a rainha D. Amélia durante os períodos de férias em que se deslocava às Termas. Marca, desde há muito, a imagem de uma das zonas mais frequentadas da vila. Para o bem e para o mal. E mal continua, depois de uma avaliação técnica ter concluído ser necessária uma intervenção urgente e de, recentemente, o actual usufrutuário ter destruído as ilusões da Câmara sobre a possibilidade de ser ele a avançar com uma solução para o problema. Pela nossa parte, até fizemos uma sondagem sobre a sua utilização, depois de um leitor ter dado a entender que ninguém sabia o que fazer com o edifício, caso a autarquia local dele tomasse posse. Concluiu-se que ideias não faltam-o que falta é vontade para acabar com desculpas e, de uma vez por todas, resolver o problema.
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Zé Bonito
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segunda-feira, janeiro 04, 2010
Estação do Caminho de Ferro
Para começar bem o ano, uma extraordinária imagem...
Provavelmente um dos cinco melhores postais de Vouzela.
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CP
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domingo, setembro 27, 2009
Duas reflexões
Primeira reflexão: Os portugueses não merecem ganhar o euromilhões.
Na passada semana quando havia um "jackpot" de cem milhões de euros vi uma reportagem de rua de um canal de televisão onde perguntavam, como sempre acontece quando estão em jogo montantes avultados, "o que faria se ganhasse o euromilhões". As respostas são de arrancar blasfémias a um cristão: - comprava uma terrinha para semear umas batatinhas e plantar umas couves; - comprava uma casita e ia conhecer a Madeira; - ia outra vez de férias para a Republica Dominicana.
Um homem acerta no euromilhões e vai semear batatas e plantar couves, compra uma casita, vai à Madeira e alarga as férias na Republica Dominicana. Ninguém pensa em passar a comer em restaurante, ir fazer uma viagem de volta ao mundo ou entrar definitivamente de férias. Não! Português é pobre até a sonhar, é uma questão de cultura mas sobretudo de falta dela porque o pobre que comprava a terrinha para a trabalhar deve ter vivido sempre com dificuldade para alimentar a sua família, o menos pobre está farto de pagar renda e acredita que a Madeira é mesmo um jardim, e o estúpido que, sabe-se lá com que dificuldade conseguiu ir à R.D, entende que aquilo é o fim do mundo.
Todo este quadro deveria dar que pensar pois seria demonstrativo do atraso económico-cultural de um povo sem futuro nem ambição, controlado por um bando de políticos que antes de o serem, também seriam capazes de dar as mesmas respostas, pois o pouco que sabem e conhecem só aconteceu depois de estarem na "profissão".
Mas não há necessidade de pensar ou estudar muito este assunto porque, conhecendo o povo como eu conheço posso concluir que eles são mentirosos, ou seja, o velho da terrinha pensou num grande jardim, com canteiros repletos de flores exóticas, árvores frondosas a oferecerem generosamente os seus coloridos e perfumados frutos , campo de golfe, court de ténis, lago artificial e belas mulheres em roupas reduzidas a trazerem-lhe as bebidas geladas. O da casinha e da ida à Madeira, pensou numa grande moradia na Quinta da Marinha e numa viagem à Madeira sim, mas a bordo do seu iate de 30 m com uma tripulação feminina escolhida entre as concorrentes a miss universo e o que voltava para a Republica Dominicana pensou numa ilha paradisíaca cheia de beldades que o iriam receber e tratar como um rei quando chegasse a bordo do seu jacto privado.
Porque disseram uma coisa e pensaram outra? A resposta é simples: porque têm medo de perder o rendimento de inserção, a reforma ou salário mínimo, pois como bons portugueses, nunca se sabe o que o futuro nos reserva, e além disso as parceiras não iriam achar graça à presença das beldades que como viram estão sempre presentes. E o fisco? Quem é que não pensa logo no que poderia acontecer quando soubessem que tinham ganho tanto dinheiro. Ná! o melhor mesmo é ir semear batatas, comprar uma casita, ir à Madeira ou à Republica Dominicana, continuar a ver as gajas na internet e por o dinheiro debaixo do colchão.
Segunda reflexão: a gripe "A" , as eleições e a comunicação social
Muito se tem lido e dito sobre esta gripe e especulado ainda mais. Os boatos são mais que muitos e bem conhecidos pelo que nem os menciono. A minha reflexão tem a ver com a comunicação social. O jornal da noite da SIC abre com a noticia da "segunda morte em Portugal devido à gripe A". No decorrer do jornal um outro profissional daquela estação diz que "este é o primeiro caso de morte devido à gripe A". Em que é que ficamos? É o primeiro ou o segundo? E o que é que isso importa? E cada vez que morrer alguém com esta gripe a ministra faz um comunicado e apresenta condolências à família?
E os médicos vêm esclarecer a opinião pública sobre o tratamento e a medicação que ministraram? E os que morrem de outra qualquer doença, não terão os mesmos direitos? Porque não criar um canal de televisão para os comunicados, condolências e terapias? Talvez assim a paupérrima comunicação social tivesse de procurar outro tipo de notícias de certo com mais interesse para a comunidade.
Mas como tal não irá acontecer, teremos de ficar a gramar os telejornais com mais de uma hora e a ver as habituais desgraças servidas em bandeja dourada, do marido que matou a mulher por ciúmes, ou do carro que caiu na ravina . Notícias a sério não existem porque os "jornalistas" não as procuram ou se as encontram sabe-se lá porque razões não as publicam/emitem. Então eles não sabem o que todos nós de uma forma geral sabemos? Então porque não investigam? Porque dá trabalho e ganham mal? Ou porque vão mexer com gente graúda que lhes prega com uma acção em tribunal, para a defesa da qual não têm dinheiro? Ou porque em alguns dos casos estão envolvidas empresas/empresários que são a grande fonte de receita publicitária do seu "emprego"? Assim continuamos a ver/ouvir/ler as noticias que a Lusa, agência do estado e dependente do governo que estiver em funções, distribua com base em critérios pouco transparentes.
Esta falta de assuntos é compensada nos períodos eleitorais, com o acompanhamento dos candidatos mais importantes, os frente-a-frente, os comentários, as sondagens, as opiniões etc.. Este ano, tal é a falta de assunto e a necessidade de dizer qualquer coisa que foram ao pormenor de (não lembrava ao diabo) contarem os quilómetros que os candidatos percorreram e os quilos de CO que as respectivas caravanas emitiram. Estou a ver os ecologistas a irem votar no partido que emitiu menos CO ou os adeptos do automobilismo no que fez mais quilómetros. Francamente! À pobreza da campanha junta-se a pobreza da informação. E já anunciam que após o encerramento das urnas vão avançar com as projecções, os comentários, as entrevistas e pasme-se, acompanhar o vencedor com meios nunca vistos, motos, helicóptero eu sei lá o quê. A importância que a comunicação social dá aos políticos é impressionante e penso que única no mundo civilizado, e ajuda a transformar os políticos manhosos que por aí proliferam em estrelas que eles sabem não ser, mas que chegam a pensar que são.
Todos nós sabemos que Portugal é dos países mais atrasados da Europa, e a comunicação social tem dado uma ajuda preciosa para isso. Já era tempo de os telejornais terem 30 minutos de duração e darem as notícias que o são na realidade e que deverão ser do conhecimento geral. As desgraças guardem-nas para os programas da manhã e da tarde que é para isso que pagam à Fátima Lopes, à Júlia Pinheiro e ao Goucha . E quando forem questão mais científicas façam programas sobre o tema em questão. Assim evito de ver operações de barriga aberta quando estou a jantar.
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segunda-feira, janeiro 19, 2009
Os leitores lançam as mãos à massa-V
Inauguração da Estação de Vouzela
Junto foto da inauguração da estação de caminho de ferro em Vouzela, presumo ter sido em 17 de Março de 1914.
(...)
Grande abraço,
Augusto Rodrigues - Ovar
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Zé Bonito
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sexta-feira, janeiro 09, 2009
Para guardar em local seco-VII
Ideias de outros que interessa guardar. Para consumir mais tarde ou para reproduzir em futuras sementeiras.
Para o debate de ideias
O grande problema do município é que a estrutura de receitas e despesas que deu origem ao grande buraco continua a existir e portanto é provável que no final do próximo ano já exista um novo buraco e que cada ano continue a crescer- Clicar na imagem para continuar a ler.
Comboio: a memória
Alguns túneis, algumas trincheiras, e finalmente chegava a Vouzela. Quase a entrar na estação, o comboio atravessava uma bonita ponte de alvenaria, com 15 arcos, sobre a ribeira do Zela.- Mundos incompreendidos
Comboio: os que não desistem
Outros teriam feito talvez o aproveitamento turístico (da linha do Vale do Vouga) se as estratégias não andassem sempre desfasadas do tempo e se não fossem marcadas pela visão egoísta dos grandes centros. Visão essa limitadora se se atender à virtualidade verdadeiramente distintiva que Portugal tem para oferecer face à concorrência de outros países com maior peso turístico: a diversidade em tão curto espaço geográfico- d’aquém e d’além.
Eleições à porta...
Autarquias vão poder adjudicar obras até cinco milhões de euros sem abrir concurso- RTP
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segunda-feira, dezembro 29, 2008
segunda-feira, setembro 08, 2008
Fotografia aérea da vila em 1937
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quinta-feira, agosto 14, 2008
Uma história triste
Não aconteceu em Vouzela, nem tem que ver com ambiente. Mas tem que ver com o modo como se protege o nosso património colectivo e com a competência de quem se arroga o direito de o fazer. É a história de alguém (Maria Keil) que um dia decidiu oferecer trabalhos seus para decorar algumas estações do Metro de Lisboa e que, por isso mesmo, por não ter cobrado um tostão, nem se ter refugiado em contratos, viu o seu trabalho vandalizado, com os responsáveis (do Metropolitano de Lisboa) a suspirar de alívio por não terem que a indemnizar. É a história- triste- de um país que elegeu o "pato-bravo" como seu paradigma e por aí se ficou. A ler no Cantigueiro, onde chegámos a partir do Arrastão. E com esta retomamos as nossas férias. Mais tristes.
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sexta-feira, julho 11, 2008
O carro eléctrico
A leva anunciadora do nosso governo, fez-nos recordar este episódio. Confrontados com o desespero de uma população que passa dificuldades, agravadas pelo brutal aumento do preço do petróleo, eis que o governo tira da cartola uma série de projectos e de promessas, para dar a entender que tem a situação controlada. Capacetes anti-Skylab.
Um dos projectos, foi o do carro eléctrico. Cerimónia pública virada para as câmaras, José Sócrates anunciou o protocolo assinado com a Renault-Nissan . Estes constroem a viatura e o governo compromete-se a criar condições para o carregamento e mudança das baterias do automóvel e garantir benefícios fiscais. Imposto automóvel limitado a 30%, disse José Sócrates e aqui começaram as dúvidas. Porquê 30%, se a lei actual isenta por completo “veículos não motorizados, bem como os veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis”?
Depois, para quem, como nós, nem a bateria do portátil consegue ter em condições, essa história da autonomia de 200 quilómetros, mais equipamento especial para mudar bateria que leva, no mínimo, 26 minutos a carregar, fez uma enorme confusão. Não será que se estão a construir aeroportos para a Passarola de Bartolomeu de Gusmão? É que, projectos de viaturas movidas através de energias mais ou menos alternativas, é coisa que não falta. Um desses projectos, até está a ser desenvolvido com o apoio da Câmara Municipal do Porto. Não serve? O governo não sabia? Pode garantir que o protocolo agora assinado é a melhor solução? Tudo parece meio precipitado, sem grande critério, só para mostrar que se faz alguma coisa.
Por tudo isto e até prova em contrário, o único carro eléctrico que nos convence é precisamente aquele com que uns tantos iluminados quiseram acabar, já depois de se conhecerem os efeitos do primeiro choque petrolífero. Além do mais, tinha a vantagem de ser transporte colectivo, sector que, inexplicavelmente, o governo continua a ignorar.
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quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Ele aí vem!
O comboio pode regressar a Vouzela. De acordo com o presidente da Câmara de Aveiro, é intenção do governo “abrir concurso para o estudo-prévio e avaliação de impacto ambiental do troço Aveiro-Viseu ainda este ano” (Jornal de Notícias, a partir daqui)). Élio Maia respondia às críticas de um vereador do Partido Socialista que o tinha acusado de passividade na polémica sobre a localização da estação do TGV (que parece estar prevista para Albergaria-a-Velha). Na sequência disso, defendeu ser mais importante para Aveiro a ligação a Salamanca em comboio de alta velocidade, tendo então adiantado a informação sobre a ligação Aveiro-Viseu. Se por "alta velocidade" entendermos o TGV, claro que não podemos esperar por uma paragem em Vouzela para comprar pastéis- por muito que o mereçam. Aliás, nem em Vouzela, nem em qualquer outro local, cuja distância seja incompatível com a velocidade desejável. Agora, o que nos parece é ser esta a grande oportunidade para reivindicar que a região volte a ser servida pela via férrea. Já que o "canal" vai ser aberto para velocidades altas, porque não conciliá-lo com opções de velocidade mais moderada?
Sempre defendemos que o regresso do comboio, mais tarde ou mais cedo, acabará por ser inevitável. Resta saber qual será a capacidade (e o interesse) dos responsáveis pelos três concelhos de Lafões para imporem a sua participação neste debate. Ou, se quiserem, qual será a nossa capacidade para os fazer entender que não nos basta ver passar... as bicicletas.
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terça-feira, dezembro 04, 2007
Quando um homem quiser
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Regista-se com agrado que Vouzela alarga o seu espaço na blogosfera. Já conhecíamos o “Metal Morfose”, o “Underground Sound”, o “Anti-Sócrates”, “Os dias assim” o “Burro quando foge”. Recentemente tivemos conhecimento do “Postal de Vouzela” (bem apanhado) e do “Maria Carqueja”. Têm interesses diferentes, objectivos diferentes mas uma vontade comum de comunicar. “Caladinhos” é nome de biscoito e de tanta troca de ideias, alguém há-de explicar que, "quando um homem quiser", os semáforos podem ficar em amarelo intermitente.
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sexta-feira, novembro 23, 2007
Intervenção de risco
O fumo saía da chaminé da Serração. Em primeiro plano, a Estação do Caminho de Ferro
A demolição. Percebe-se o espaço que liberta e o conjunto de edifícios que aguarda por seguir o mesmo caminho.Chegou a ser das principais unidades industriais do concelho e, quando foi construída, provavelmente estava fora da malha urbana, mesmo em frente à estação do comboio. Fazia sentido. Depois a vila cresceu e passou a ocupar um espaço privilegiado e... cobiçado.
Situada numa das zonas mais elevadas e de difícil circulação, qualquer construção que ali venha a ser feita acabará por ter um impacto muito grande. Resta saber se da parte de quem vai licenciar haverá sensibilidade para o perceber. De facto, a futura obra que ali venha a ser autorizada, será um exame à competência técnica da Câmara. Só que é a imagem de Vouzela, o seu equilíbrio, que pode vir a sofrer as consequências de um possível “chumbo”.
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segunda-feira, outubro 01, 2007
Linha do Vale do Vouga:uma viagem ao que resta
A construção da linha do Vale do Vouga sucedeu ao projecto de tornar o rio navegável desde Aveiro até São Pedro do Sul. Não tivessem as tropas de Junot invadido o país e talvez a obra fosse concretizada (1).
A verdade é que, depois de muita polémica a propósito do melhor traçado, a data oficial de inauguração da via férrea que nos havia de ligar ao litoral fixou-se a 23 de Novembro de 1908 (troço entre Espinho e Oliveira de Azeméis). Já depois da instauração da República, foi feita a ligação entre Aveiro e a Sernada (Setembro de 1911) e, finalmente, em 5 de Fevereiro de 1914, até Viseu.
A velha linha resistiu às dificuldades de duas guerras mundiais, mas não conseguiu enfrentar o “boom” do automóvel em Portugal (e das empresas de camionagem), nem as exigências de maior velocidade e comodidade. Na verdade, sendo uma linha de via estreita, nunca beneficiou de modernizações significativas e a tentativa de aumentar a velocidade de circulação através de automotoras, revelou-se pouco satisfatória.
Foi isso que deu força à ofensiva favorável ao encerramento, que teve o seu auge nos anos 70. Do mesmo lado da barricada, misturaram-se os argumentos dos que defendiam investimentos para a melhorar e dos que preferiam acabar com ela: que não justificava as despesas, que havia meios de transporte alternativos, que... causava fogos. Em 1972, o comboio era substituído por camionetas da CP, embora isso não fosse assumido como definitivo. A verdade é que, dois anos depois, a 10 de Janeiro de 1974, o Notícias de Vouzela publicava, na sua primeira página, o seguinte desabafo, ilustrado por uma fotografia da estação: “O que irá ser um dia, este terreno enorme, no centro da vila, que foi, durante sessenta anos, estação do caminho de ferro? Porque já não acreditamos que o comboio regresse (...)".
Depois de já termos divulgado páginas de fotografias recordando a linha no seu auge, propomos agora uma viagem pelo que existe. São imagens de abandono, de desleixo, da pressa com que alguns “urbanizaram” o espaço. Nós próprios, apesar de termos limitado o estrago, não evitámos construir lá um prédio (erro já assumido pela Câmara Municipal de Vouzela). Mas, numa altura em que alguns discutem o que fazer com as pontes que eram usadas pelo comboio, esta viagem que propomos à estupidez e ao desperdício, é o nosso contributo para que não se agrave a asneira. E para que ela não seja irreversível. Porque, mais cedo ou mais tarde, o comboio vai regressar.
Que a viagem comece (basta "clicar")
_______________
(1)- As referências históricas foram retiradas da obra Vouzela- A Terra, os Homens e a Alma, Vouzela, 2001.
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Zé Bonito
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segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Tempos
São imagens de outros tempos que, com tempo, aqui vão sendo reveladas, mostrando momentos, pequenas marcas de como o tempo passa.
295- Vouzela: Rua Conselheiro Morais de Carvalho nos anos 50- 11 de Novembro de 2013
294- Vouzela: Hotel Mira Vouga por volta dos anos 50- 21 de Outubro de 2013
293- Automotora na estação de Moçâmedes- 14 de Outubro de 2013
292- Castelo de Vilharigues- 07 de Outubro de 2013
291- Vouzela na Illustração Portugueza de 31 de Março de 1919- 01 de Agosto de 2013
290- Vouzela: Pensão Jardim-II- 01 de Julho de 2013
289- Capa do programa das Festas do Castelo de 1956- 23 de Abril de 2013
288- Vouzela: Locomotiva E181- 25 de Fevereiro de 2013
287- Vouzella- Casa da Cavallaria (Azillo-Hospital)- 31 de Dezembro de 2012
286- Termas de São Pedro do Sul: Palácio Hotel- 17 de Dezembro de 2012
285- Vouzela: Paisagem- 03 de Dezembro de 2012
284- São Pedro do Sul: Edifício Termal- 19 de Novembro de 2012
283- Vouzela: Parque e Ermida do Monte Castelo- 12 de Novembro de 2012
282- São Pedro do Sul: Antigo Convento dos Frades- 05 de Novembro de 2012
281- São Pedro do Sul: Rua Serpa Pinto- 22 de Outubro de 2012
280- Vouzela: Mais um ângulo do Monte da Nossa Senhora do Castelo- 15 de Outubro de 2012
279- São Pedro do Sul: Convento de São Cristóvão de Lafões- 08 de Outubro de 2012
278- Vouzela: Praça da República- 01 de Outubro de 2012
277- São Pedro do Sul: Ponte do Pego- 24 de Setembro de 2012
276- Vouzela: Ponte do Caminho de Ferro- 17 de Setembro de 2012
275- São Pedro do Sul: Ponte Nova- 10 de Setembro de 2012
274- João "Rei"- 03 de Setembro de 2012
273- João António Gonçalves de Figueiredo- 29 de Agosto de 2012
272- Vouzela: Igreja de São Frei Gil- Relicário e maxilar inferior do santo- 26 de Agosto de 2012
271- São Pedro do Sul: Várzea de Pouves e rio Sul- 20 de Agosto de 2012
270- Vouzela: São Frei Gil- 26 de Agosto de 2012
269- São Pedro do Sul: Várzea de Pouves e Rio Sul- 20 de Agosto de 2012
268- Vouzela: Pensão Serrano- 13 de Agosto de 2012
267- São Pedro do Sul: Egreja da Misericórdia- 06 de Agosto de 2012
266- Pormenor da Rua de São Frei Gil- 30 de Julho de 2012
265- São Pedro do Sul: Hospital N. S. do Amparo- 23 de Julho de 2012
264- Vouzela: Atual Praça da República em 1894 e recordação da visita da raínha D. Amélia- 16 de Julho de 2012
263- Vouzela: Pensão Jardim II- 09 de Julho de 2012
262- São Pedro do Sul: Jardim Salazar- 02 de Julho de 2012
261- Vouzela: Pensão e café Jardim- 27 de Junho de 2012
260- Vouzela: Igreja Matriz- uma imagem diferente- 25 de Junho de 2012
259- Termas de São Pedro do Sul: Represa e antigo balneário- 18 de Junho de 2011
258- Vouzela: Vista parcial e viaduto da linha férrea por volta dos anos 50- 11 de Junho de 2012
257- Oliveira de Frades: Praça Luís Bandeira- 04 de Junho de 2012
256- Termas de São Pedro do Sul: Grande Hotel- 28 de Maio de 2012
255- Vouzela: Rua Conselheiro Morais de Carvalho- 21 de Maio de 2012
254- Oliveira de Frades: Paços do Concelho- 14 de Maio de 2012
253- São Pedro do Sul: Feira- 07 de Maio de 2012
252- Vouzela: Panorâmica vista do Castelo- 30 de Abril de 2012
251- Oliveira de Frades: Vista parcial Sul- 23 de Abril de 2012
250- São Pedro do Sul: Estação e via férrea- 16 de Abril de 2012
249- Vouzela: Casa das Ameias na década de 50- 09 de Abril de 2012
248- Oliveira de Frades: Vista parcial Norte- 02 de Abril de 2012
247- São Pedro do Sul: Duas vistas da Ponte do Pego- 26 de Março de 2012
246- Vouzela: Ponte Morais Carvalho- 19 de Março de 2012
245- Oliveira de Frades: Pensão Avenida- 12 de Março de 2012
244- São Pedro do Sul: Lenteiros do Rio- 05 de Março de 2012
243- Lavadeiras do Zela- 27 de Fevereiro de 2012
242- Vouzela: Espigueiro e amendoeira em flor- 22 de Fevereiro de 2012
241- Oliveira de Frades: O caminho de ferro e a neve- 20 de Fevereiro de 2012
240- São Pedro do Sul: Panorâmica geral do Bairro da Ponte- 13 de Fevereiro de 2012
239- Vouzela: Pormenores de um postal sobre as lavadeiras do rio Zela- 06 de Fevereiro de 2012
238- Oliveira de Frades: Comparação de imagens da Igreja Matriz- 30 de Janeiro de 2012
237- Termas de São Pedro do Sul: Passeio de barco- 23 de Janeiro de 2012
236- Horário da Linha do Vale do Vouga- 16 de Janeiro de 2012
235- Oliveira de Frades: A linha do comboio- 09 de Janeiro de 2012
234- Thermas Rainha D. Amélia- 02 de Janeiro de 2012
233- Vouzela: Vista da Ponte- 26 de Dezembro de 2011
232- Oliveira de Frades: Vista parcial- 19 de Dezembro de 2011
231- São Pedro do Sul: Bairro da Ponte (imagem com 100 anos)- 12 de Dezembro de 2011
230- Vouzela: Vista geral do lado Sul- 05 de Dezembro de 2011
229- Oliveira de Frades: Avenida Dr. Lino dos Santos- 28 de Novembro de 2011
228- Sobre o ciquentenário do caminho de ferro do Vale do Vouga- 23 de Novembro de 2011
227- São Pedro do Sul: Ponte do Pego- 21 de Novembro de 2011
226- Cooperativa Agrícola de Lafões- 16 de Novembro de 2011
225- Vouzela: Marcofilia- 14 de Novembro de 2011
224- Vouzela: Desenho do Jardim, 1952- 12 de Novembro de 2011
223- Oliveira de Frades: Escolas Primárias- 07 de Novembro de 2011
222- São Pedro do Sul: Ponte sobre o Vouga nas Thermas do Banho- 31 de Outubro de 2011
221- Vouzela: Rua Mouzinho d'Albuquerque- 24 de Outubro de 2011
220- Oliveira de Frades: Há 70 anos- 17 de Outubro de 2011
219- São Pedro do Sul: Lavadouro público- 10 de Outubro de 2011
218- Imagem de 1963 sobre quadros expostos no Museu de Vouzela- 03 de Outubro de 2011
217- Oliveira de Frades: Estação dos Caminhos de Ferro- 26 de Setembro de 2011
216- São Pedro do Sul: Rua Serpa Pinto-II- 19 de Setembro de 2011
215- Linha do Vouga- Exploração Rodoviária- 12 de Setembro de 2011
214- Quinta do Paço de Moçâmedes- 05 de Setembro de 2011
213- São Pedro do Sul: "Convento e Paços Municipaes"- 29 de Agosto de 2011
212- Vídeo com imagens antigas de Vouzela- 28 de Agosto de 2011
211- Oliveira de Frades: A Capela da Feira há 100 anos- 22 de Agosto de 2011
210- Igreja Matriz de Vouzela: Imagem da Virgem com o Menino- 15 de Agosto de 2011
209- Termas de São Pedro do Sul- um ângulo diferente- 08 de Agosto de 2011
208- Oliveira de Frades: Calvário de Ribeiradio- 01 de Agosto de 2011
207- Vouzela: imagem da Rua da Ponte em 1950- 25 de Julho de 2011
206- São Pedro do Sul: Santa Cruz da Trapa- 18 de Julho de 2011
205- Oliveira de Frades: Arcozelo das Maias- 11 de Julho de 2011
204- Vouzela: Ponte e lavadeiras no Zela- 04 de Julho de 2011
203- Mosteiro de São Cristóvão de Lafões- 27 de Junho de 2011
202- Oliveira de Frades: Imagem dos anos 50- 20 de Junho de 2011
201- Vouzela: Imagem da Igreja Matriz publicada por volta de 1900- 13 de Junho de 2011
200- Vouzela: Ponte do caminho de ferro em construção- 10 de Junho de 2011
199- São Pedro do Sul: Ponte sobre o Vouga- 06 de Junho de 2011
198- Oliveira de Frades: Paços do Concelho nos anos 50- 30 de Maio de 2011
197- Vouzela: Imagem da carvalha da Feira editada por volta de 1900- 23 de Maio de 2011
196- São Pedro do Sul: Rua Baroneza de Palma- 16 de Maio de 2011
195- Oliveira de Frades: Colégio Lafonense- 09 de Maio de 2011
194- Vouzela: Praça Morais Carvalho: a mesma imagem editada em épocas diferentes- 02 de Maio de 2011
193- São Pedro do Sul: Rua Serpa Pinto- 25 de Abril de 2011
192- Vouzela: "novo edifício das cadeias"- 22 de Abril de 2011
191- Oliveira de Frades: Vista parcial- 18 de Abril de 2011
190- Vouzela: Vista parcial por volta de 1900- 11 de Abril de 2011
189- Cruzeiro do Gamardo- II- 07 de Abril de 2011
188- São Pedro do Sul: Praça da República- II- 04 de Abril de 2011
187- Oliveira de Frades: Avenida Dr. Lino Santos- 28 de Março de 2011
186- Vouzela: Igreja da Misericórdia- 21 de Março de 2011
185- Associação de Futebol "Os Vouzelenses": Fundadores- 18 de Março de 2011
184- São Pedro do Sul: Praça da República- 14 de Março de 2011
183- Oliveira de Frades: Paços do Concelho- 07 de Março de 2011
182- Lacticínios Santa Cruz, Lda.- 04 de Março de 2011
181- Hotel Mira Vouga ao longo do tempo- 28 de Fevereiro de 2011
180- São Pedro do Sul: Palacete Palme- 21 de Fevereiro de 2011
179- Ermida do Monte Castelo (antes da florestação)- 18 de Fevereiro de 2011
178- Praça da República com neve (anos 40?)- 11 de Fevereiro de 2011
177- Igreja Matriz de Vouzela na Lotaria Nacional- 07 de Fevereiro de 2011
176- São Pedro do Sul: Palácio Marquês de Reriz- 31 de Janeiro de 2011
175- Oliveira de Frades: Feira- 26 de Janeiro de 2011
174- Descrição dos trabalhos de restauro da Igreja Matriz de Vouzela, publicados no Boletim da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, Julho de 1949 (2)- 17 de Janeiro de 2011
173- Termas de São Pedro do Sul: Palácio Hotel- 10 de Janeiro de 2011
172- Oliveira de Frades: Vista parcial de Souto de Lafões- 03 de Janeiro de 2011
171- Descrição dos trabalhos de restauro da Igreja Matriz de Vouzela, publicados no Boletim da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, Julho de 1949- 27 de Dezembro de 2010
170- Vouzela: vista geral com neve- 23 de Dezembro de 2010
169- Termas de São Pedro do Sul: Ponte e Hotel Vouga- 20 de Dezembro de 2010
168- Ribeiradio: Capela Nossa senhora Dolorosa- 13 de Dezembro de 2010
167- Mapa turístico do Distrito de Viseu (anos 30?)- 06 de Dezembro de 2010
166- Palace Pensão Mira Vouga- o2 de Dezembro de 2010
165- Termas de São Pedro do Sul- Balneário- 29 de Novembro de 2010
164- Oliveira de Frades: Indo da Feira para a vila em 1937- 22 de Novembro de 2010
162- Pensão Marques- 15 de Novembro de 2010
161- Termas de São Pedro do Sul: Rio Vouga- 08 de Novembro de 2010
160- Oliveira de Frades: Um dia de neve- 01 de Novembro de 2010
159- Vouzela: Posto da GNR (anos 50/60)- 28 de Outubro de 2010
158- Feira de Vouzela- aguarela de Roque Gameiro- 25 de Outubro de 2010
157- São pedro do Sul: vista parcial das Termas- 18 de Outubro de 2010
156- Locomotiva E202- 13 de Outubro de 2010
155- Oliveira de Frades: Procissão nos anos 60- 11 de Outubro de 2010
154- Vouzela no tempo da I República- 04 de Outubro de 2010
153- São Pedro do Sul: Equipa de futebol nos anos 40- 27 de Setembro de 2010
152- Elementos da Banda de Vouzela- 21 de Setembro de 2010
151- Oliveira de Frades: Vista parcial, Norte- 20 de Setembro de 2010
141- Oliveira de Frades: Fábrica de Serração de Ribeiradio (1912)- 26 de Julho de 2010
140- Termas de São Pedro do Sul: Etiquetas de bagagem- 19 de Julho de 2010
139- Vouzela: Etiquetas de bagagem- 12 de Julho de 2010
137- São Pedro do Sul: Antigo Convento dos Frades e Paços do Concelho- 28 de Junho de 2010
136- Locomotiva E211 na Estação de Vouzela- 21 de Junho de 2010
114- São Pedro do Sul: Bairro da Ponte-IV- 01 de Fevereiro de 2010
113- Vouzela por volta de 1910- 25 de Janeiro de 2010
109- Estação- imagem dos anos 20- 04 de Janeiro de 2010
106- Cédulas emitidas pela Câmara Municipal de Vouzela nos anos 20- 14 de Dezembro de 2009
105- Oliveira de Frades: Pensão Avenida- 07 de Dezembro de 2009
104- São Pedro do Sul: Bairro da Ponte- 30 de Novembro de 2009
103- Ponte Romana sobre o rio Zela-V- 23 de Novembro de 2009
102- Casal do Cruzeiro, Oliveira de Frades- 16 de Novembro de 2009
101- Vista aérea do centro de Vouzela- 09 de Novembro de 2009
100- São Pedro do Sul: Um dia de mercado- 02 de Novembro de 2009
99- Pelourinho e Escola Conde Ferreira-II- 26 de Outubro de 2009
98- Largo da Feira- Oliveira de Frades- 19 de Outubro de 2009
97- Aguardente de Lafões/ Vinho de Lafões- 13 de outubro de 2009
96- Ponte do Conhedo, Oliveira de Frades- o5 de Outubro de 2009
95- Linha do Vouga: Papéis de Valor- 28 de Setembro de 2009
94-Capucha-II- 23 de Setembro de 2009
93- Oliveira de Frades- Um Fontenário- 21 de setembro de 2009
92- Ponte Romana sobre o Rio Zela- IV- 14 de Setembro de 2009
91- Avenida Dr. Lino Santos em Oliveira de Frades- 07 de Setembro de 2009
90- Ponte da Foz-II- 31 de Agosto de 2009
89- Igreja Matriz de Oliveira de Frades em dia de neve- 24 de Agosto de 2009
88- Vistas do Vouga com os montes Lafão e Castelo em fundo- 17 de Agosto de 2009
87- Rua Principal (Oliveira de Frades)- 10 de Agosto de 2009
86- Folheto das Festas do Castelo de 1958-05 de Agosto de 2009
85- Folheto dos Caminhos de Ferro do Vale do Vouga-II- 03 de Agosto de 2009
84- Oliveira de Frades: vista do lado Sul- 27 de Julho de 2009
83- Folheto dos Caminhos de Ferro do Vale do Vouga- 1940- 20 de Julho de 2009
82- Praça Luís Bandeira-Oliveira de Frades- 13 de Julho de 2009
81- Vouzela- vista do lado Sul- o6 de Julho de 2009
80- Colégio Lafonense (Oliveira de Frades)- 29 de Junho de 2009
79- Rua da Ponte (1960-2007)- 22 de Junho de 2009
78- Igreja de Oliveira de Frades- 15 de Junho de 2009
77- Autocolantes promocionais editados pela Região de Turismo Dão-Lafões- 08 de Junho de 2009
76- A Praça de Oliveira de Frades- 01 de Junho de 2009
75- As pessoas:costumes da Beira Alta- 25 de Maio de 2009
74- Igreja da Misericórdia- 18 de Maio de 2009
73- Ainda o Vouga- 11 de Maio de 2009
72- Ponte Morais Carvalho- Rio Vouga- 04 de Maio de 2009
71- Passeios no Vau- Rio Vouga- 27 de Abril de 2009
70- Ponte Romana sobre o Rio Zela-III- 20 de Abril de 2009
69- Vista a partir da ponte do comboio, de 1920 a 2007- 13 de Abril de 2009
68- Estendal de roupa-rio Zela- 06 de Abril de 2009
67- Casa das Ameias- 30 de Março de 2009
66- Trecho do Vouga- o Vau- 23 de Março de 2009
65- Monte Castelo- Aspecto da mata- 18 de Março de 2009
64- Sociedade Industrial de Serração de Vouzela- 16 de Março de 2009
63- Hotel Mira Vouga-III- 09 de Março de 2009
62- Monte Castelo- Escadaria- 02 de Março de 2009
61- Monte Castelo- Cruzeiro- 23 de Fevereiro de 2009
60- Igreja Matriz-IV- 16 de Fevereiro de 2009
59- Capela de São Frei Gil-III- 09 de Fevereiro de 2009
58- Igreja Matriz-III- o2 de Fevereiro de 2009
57- Edifício do Tribunal (actual Câmara Municipal)- 26 de Janeiro de 2009
56- Inauguração da Estação de Vouzela- 19 de Janeiro de 2009
55- Igreja Matriz-II- 12 de Janeiro de 2009
54- Vouzela com neve-1941- 05 de Janeiro de 2009
53- O Fado de Vouzela- Publicação com vista do lado Sul- 01 de Janeiro de 2009
52- A Estação-II- 29 de Dezembro de 2008
51- Praça da República (desenho)- 25 de Dezembro de 2008
50- Avenida João de Melo-II- 22 de Dezembro de 2008
49- Avenida João de Melo- 15 de Dezembro de 2008
48- Mapas- 08 de Dezembro de 2008
47- Ponte do comboio e vista geral-06 de Dezembro de 2008
46- Rua Conselheiro Morais de Carvalho no início dos anos 30- 01 de Dezembro de 2008
45- Praça Morais de Carvalho-II- 24 de Novembro de 2008
44- Ourivesaria Souto- 17 de Novembro de 2008
43- Praça da República no início dos anos 70- 14 de Novembro de 2008
42- Feira-III- Carvalha da Feira- 12 de Novembro de 2008
41- Feira-II- 10 de Novembro de 2008
40- Feira- 03 de Novembro de 2008
39- Ponte do Caminho de Ferro e comboio-III- 27 de Outubro de 2008
38- Vinhetas turísticas de Vouzela-III- 20 de Outubro de 2008
37- Vinhetas turísticas de Vouzela-II- 20 de Outubro de 2008
36- Vinhetas turísticas de Vouzela- 20 de Outubro de 2008
35- Hotel Mira Vouga-II- 13 de Outubro de 2008
34- Hotel Mira Vouga- 06 de Outubro de 2008
33- Ponte do Caminho de Ferro e comboio-II- 29 de Setembro de 2008
32- Fábrica de massas alimentícias "Rio Zela"- 22 de Setembro de 2008
31- Ponte do Caminho de Ferro em 1920 e comboio- 15 de Setembro de 2008
30- Torre de Vilharigues e vista geral de Vouzela do lado Nascente- 12 de Setembro de 2008
29- Fotografia aérea da vila em 1937- 08 de Setembro de 2008
28- Vouzela- vista geral- 01 de Setembro de 2008
27- Vouzela por volta de 1920- II- 25 de Agosto de 2008
26- Vouzela por volta de 1920- 25 de Agosto de 2008
25- Vouzela- Lado Poente- 18 de Agosto de 2008
24- Igreja Matriz- 04 de Agosto de 2008
23- Ponte da Foz- 21 de Julho de 2008
22- Inauguração da biblioteca da Escola Conde Ferreira- 07 de Julho de 2008
21- Ponte Romana- Parte II- 23 de Junho de 2008
20- Anúncios de 1936- 17 de Junho de 2008
19- Torre de Vilharigues- 09 de Junho de 2008
18- Praça Morais Carvalho, anos 30- 30 de Maio de 2008
17- Ponte Romana-Parte I-26 de Maio de 2008
16- Capela de S. Frei Gil-II- 14 de Maio de 2008
15- Antigo edifício da Câmara Municipal e actual Biblioteca- 28 de Abril de 2008
14. Largo do Pelourinho e Escola Conde de Ferreira em 1910-15 de Abril de 2008
13. Capucha- 11 de Fevereiro de 2008
12. Largo da Feira e Igreja Matriz por volta de 1910- 06 de Dezembro de 2007
11. Moinhos do Pombal (rio Zela)- 18 de Novembro de 2007
10. Carro de bois a subir a Rua da Ponte- 2 de Novembro de 2007
9. Rua Ayres de Gouveia- 9 de Julho de 2007
8. Um projecto para o Jardim- 22 de Junho de 2007
7. Água canalizada chega ao Monte Castelo- 21 de Maio de 2007
6. Capela de São Frei Gil- 14 de Abril de 2007
5. Imagens da Praça da República em diversas épocas- 5 de Março de 2007
4. Café Central e inauguração do placar de “O Século”- 23 de Fevereiro de 2007
3. O comboio, a estação do caminho de ferro, a ponte- 30 de Janeiro de 2007
2. Anúncios da hotelaria e restauração de Vouzela, publicados no Programa das Festas do Castelo de 1949- 24 de Janeiro de 2007
1. A Estação- 4 de Janeiro de 2007
Publicada por
Zé Bonito
à(s)
22:00









