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segunda-feira, junho 07, 2010

S.P.SUL - 1916

Posted by Picasa

segunda-feira, maio 17, 2010

S. Pedro do Sul - Paços Municipais


No tempo em que bastava "meia" Câmara para gerir o concelho de S. Pedro do Sul.

2010

1920's

sexta-feira, maio 14, 2010

Outros Maios, os mesmos desejos


A foto regista um momento das comemorações do 1º de Maio de 1974 em São Pedro do Sul. Foi-nos gentilmente cedida por Vasco Coutinho e faz parte de um conjunto exposto no Espaço do Cénico- Grupo de Teatro Popular (Solar da Lapa-São Pedro do Sul).

quarta-feira, maio 12, 2010

Tendências do mercado

(Clique nas imagens para ampliar)

"Esta é uma viagem para se fazer sem pressas. Porque as paisagens das Beiras, ora naturais, ora criadas pelo Homem, exigem tempo para a sua perfeita contemplação"- As cidades e as serras, Rotas & Destinos, Maio 2010.

Pois é! Nem parques de merendas, nem animações com programa e horário, muito menos casinhas modernaças. O que tem mesmo procura é o que a "Mãe Natureza" por aí distribuiu em abundância, confiante (coitada...) de que o engenho do Homem conseguiria valorizar.

Isto mesmo se conclui da reportagem sobre a nossa região, publicada na revista "Rotas & Destinos" deste mês. Vale a pena ler e aprender. Claro que só não sabe quem não quer, claro que todos os estudos feitos chegam a essa conclusão, mas há sempre quem esteja distraído.

A viagem proposta começa na Costa Nova e termina em Viseu. Nesta região, entra por Oliveira de Frades (Mosteiro de São Cristóvão de Lafões), passa a Vouzela (o património histórico e, claro, os pasteis) e avança para São Pedro do Sul (serra da Arada, Covas do Monte, Covas do Rio, Aldeia da Pena, as Termas). "É todo um mundo que se abate sobre nós em silêncio. Sentimo-nos os únicos- e privilegiados- habitantes do planeta (...)". Pois é. O "som do silêncio", a Natureza pura e dura, as marcas de uma ruralidade perdida, ou apenas suspensa, à espera de tempos de maior engenho. Recursos que valem ouro!

segunda-feira, abril 05, 2010

São Pedro do Sul: Lavadouro público- Ponte

Edição Fradique Mendes. Colecção Marisa Araújo

Concluímos hoje, a série de postais gentilmente cedida pela leitora Marisa Araújo, a quem, mais uma vez, agradecemos. Convidamos todos os leitores de São Pedro do Sul a partilharem connosco imagens antigas do concelho, de modo a podermos continuar a fazer com São Pedro, o mesmo que temos feito para Oliveira de Frades e Vouzela . O nosso objectivo é só um: conhecer o que houve, para melhor avaliarmos o que há.

segunda-feira, março 15, 2010

Termas de São Pedro do Sul- um trecho do Rio Vouga

Foto Edgard, Edição de Domingos F. Marques- colecção particular

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Termas de São Pedro do Sul: Hotel Lisboa

Edição dos Laboratórios L.I.F.- Colecção particular

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

São Pedro do Sul: Bairro da Ponte-IV

Edição Fradique Santos. Colecção de Marisa Araújo

segunda-feira, janeiro 11, 2010

São Pedro do Sul- Bairro da Ponte (aspecto do rio Sul)

Edição Sebastião & Sobrinho. Colecção de Marisa Araújo

segunda-feira, dezembro 21, 2009

São Pedro do Sul: vista geral do Bairro da Ponte

Edição Fradique Santos. Colecção de Marisa Araújo

segunda-feira, novembro 30, 2009

São Pedro do Sul: Bairro da Ponte

Colecção de Marisa Araújo

segunda-feira, novembro 02, 2009

São Pedro do Sul- Um dia de mercado

Edição Sebastião & Sobriela, colecção de Marisa Araújo

As reacções que temos recebido dos leitores sempre que publicamos imagens antigas, mostram-nos que, muito mais do que nostalgia, há um enorme descontentamento sobre o modo como se tem erigido a "modernidade" numa das mais belas regiões de Portugal- a nossa. Um dos objectivos que nos levaram a mostrá-las, foi precisamente provocar esse confronto entre o que era e o que é. No entanto, até agora sentíamos a falta da representação de São Pedro do Sul, já que os "nossos" coleccionadores são de Oliveira de Frades e de Vouzela. Felizmente, a leitora Marisa Araújo abriu a porta da resolução do problema, através de um simpático "mail" onde nos enviou sete reproduções de postais antigos. Vão passar a fazer parte do folhado fino deste pastel, como sempre às segundas-feiras. Com os nossos agradecimentos.

sexta-feira, maio 08, 2009

Chamam-lhe política local

Doisneau
Como diz um amigo nosso, Lafões tem que ser uma região lindíssima para aguentar tanto disparate e manter a harmonia que, mesmo assim, a caracteriza. Em vésperas de eleições autárquicas, nem uma ideia surge a mostrar-nos o caminho proposto por aqueles que vão querer o nosso voto. Em contrapartida, não faltam cópias pobres da política nacional e preocupantes sinais do que esta gente entende por "obra".

Serviços de Saúde

O futuro candidato do PS à Câmara Municipal de São Pedro do Sul (e antigo coordenador da Sub-Região de Saúde de Viseu), fez umas declarações de que se podia concluir ter sido necessário "mover alguns cordelinhos" para que o Serviço de Urgência Básica fosse para aquela vila. Recorde-se que já em 2008, o deputado socialista José Junqueiro tinha dado a entender o mesmo, o que na altura criticámos considerando ter ele prestado "um mau serviço" à construção de uma alternativa local.

Duvidamos que haja um só cidadão que ainda acredite terem sido meros "critérios técnicos" a presidir à reformulação dos serviços de Saúde desenhada por Correia de Campos. Só que, passado todo este tempo, o que queremos ver são sinais de que se tenha aprendido com os erros do passado, até porque nos recusamos a branquear responsabilidades locais. De facto, nunca houve a preocupação em "pensar Lafões como um todo coerente, racionalizando o investimento em estruturas de apoio e aumentando a capacidade reivindicativa face ao poder central". Sobre isto... nada.

Espargatas, boleias e o bloco central das ideias

O que tem havido é uma algazarra tremenda, envolvendo José Junqueiro e o presidente da Câmara de Vouzela, com momentos que merecem ficar registados para... memória futura (através do "Caricas", pode seguir os episódios mais significativos aqui e aqui).

Referindo-se às preocupações do deputado em agradar ao público de São Pedro e ao de Vouzela, Telmo Antunes acusou-o de estar a fazer a "espargata"; tentando desvalorizar as suas capacidades pessoais, afirmou que ele mais não consegue do que fazer-se eleger "à boleia" dos líderes socialistas. Isto só prova que o presidente da Câmara de Vouzela não tem acompanhado a polémica que vai pelo concelho vizinho a propósito de uma eventual "promoção" a cidade. Ideia nascida das mentes dos deputados do PSD, contou com a oposição de um representante do Partido Socialista na Assembleia Municipal de São Pedro, professor de Geografia que, fazendo apelo a toda a paciência adquirida na sua experiência docente, tentou explicar (e bem) que a coisa não tinha pés nem cabeça. No entanto, porque o conceito de "obra" não é diferente nos representantes socialistas que o distrito mandou para a Assembleia da República, logo apareceu José Junqueiro a tentar chegar à frente do pelotão dos defensores da nova "urbe". Enfim, um bom exemplo do bloco central das ideias. Ou da falta delas.

Folhas Soltas

Começa no próximo domingo e prolonga-se até 17 de Maio a sétima Feira do Livro de Vouzela. Valha-nos isso.

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Chamem-lhe metro de superfície

Os municípios de Viseu, S. Pedro do Sul, Vouzela, Oliveira de Frades, Sever do Vouga, Águeda e Albergaria-a-Velha, vão candidatar ao QREN a construção de uma Ecopista com uma extensão de 75 quilómetros. A obra tem um investimento previsto superior a 5 milhões de euros e terá como base a antiga linha do Vale do Vouga.

Os pormenores podem ser procurados no Notícias de Vouzela (clicar no nome), mas interessa também ler o comentário do Viseu, Senhora da Beira, a cuja opinião nos juntamos. De facto, a maior parte destas autarquias ou não percebe ou menospreza as consequências (inevitáveis, a médio-prazo) de estar completamente dependente do transporte rodoviário, sem resposta para as previsíveis dificuldades que lhe irão ser colocadas. Sobretudo parece não perceber ou menosprezar o jeito que nos dava o regresso do comboio, quer para enfrentar as limitações que se adivinham, quer como elemento de apoio a uma actividade turística capaz de satisfazer uma potencial clientela de elevado poder de compra, mas de idade cada vez mais avançada (ver aqui).

Nada temos contra as ecopistas, muito pelo contrário. Mais: se essa é a única forma de salvar um conjunto de “obras de arte” associadas ao antigo caminho de ferro, venha a Ecopista. Mas não temos quaisquer dúvidas de que esta seria a altura certa para reivindicarmos uma ligação ao litoral por via férrea. E se o comboio não soa suficientemente “modernaço” e pomposo aos senhores autarcas, chamem-lhe... “metro de superfície”.
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Já agora, se o objectivo da Ecopista também é animar um certo turismo, que sentido faz abrir bares que substituem visitas às localidades, vão estar fechados a maior parte do ano e vão representar custos adicionais?

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

“Só o homem morre de não ser quem era” (*)

Já tínhamos lido na “Gazeta da Beira”, lemos novamente no “Negrelos online”: o Cénico- Grupo de Teatro Popular de São Pedro do Sul, corre o risco de acabar. Mau sinal. Pode fechar tudo, podem encerrar tribunais e centros de saúde, pode a crise roer-nos até às entranhas, mas se desistimos de pensar, de procurar respostas, de sonhar, é a morte que se aproxima. E em Vouzela, a nova sala de espectáculos permanece fechada...
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(*)- Jorge de Sena

sábado, janeiro 26, 2008

Crash!

Doisneau

É o som de algo a partir e que baptiza a quebra de funcionamento de sistemas (informáticos, económicos). E da confiança....

Crash-1

Numa altura em que Correia de Campos decidiu, finalmente, estudar um pouco de Geografia e criar um Serviço de Urgência Básica em São Pedro do Sul, eis que os presidentes das câmaras de Oliveira de Frades e de Vouzela decidem levantar o conflito da localização (ver aqui). Até se reconhece alguma razão no que dizem sobre a facilidade dos acessos. O que não se pode aceitar é o tom de “querela bairrista” com que o fizeram, dificultando que a região de Lafões se assuma como realidade una. Ou será que acreditam que, cada um por si, os concelhos de Oliveira, Vouzela e São Pedro têm força para o que quer que seja?

Crash-2

Os tristes acontecimentos de Alijó confirmaram os receios de todos quantos conhecem o Interior. Para além das limitações de meios, eram de prever dificuldades de comunicação entre a população e o INEM e entre este e os bombeiros. Mas, pelos vistos, tais evidências não estavam previstas nos cenários traçados pelo ministro Correia de Campos. Ou estavam e o encerramento de serviços, sem alternativas, apenas visa criar mercado para respostas privadas? Como aconteceu em Chaves após o encerramento da maternidade...

Crash-3

Já que falamos em cenários, aproveitamos para registar uma dúvida que nos tem atormentado. Perante a existência de uma só daquelas fantásticas ambulâncias que quase parecem um hospital, se acontecerem, em simultâneo, um acidente grave, um AVC e um enfarte, que dizem os regulamentos sobre a escolha... dos dois que vão morrer?
(A propósito: já assinou a petição pela defesa do Serviço Nacional de Saúde? Está aí na coluna do lado direito, bem em cima).

Crash-4

Lemos no “Abrupto” as últimas da ASAE: é proibido vender milho para dar às galinhas, a não ser em sacos de cinco quilos. Parece que alguém que presenciou o momento em que o inspector da ASAE multava, por isso, um pequeno supermercado de província, reagiu: “Como é que as velhas que vêm aqui todos os dias comprar um bocado de milho para as galinhas podem agora com um saco de cinco quilos? Só se acabarem com as velhas.” Ora aí está a solução para o problema. Acabar com as velhas, e mais: adoptando o estilo que parece ter sido usado pela ministra da Educação, acabar com os “professorzecos”, com os “doentezecos”, com os “portuguezecos”. Ou então, respeitar as estatísticas e acabar com os “politicozecos” (ver aqui).

Esperança

Há vinte e seis dias que resistimos a comentar a lei do cigarro. Se continuarmos assim, vamos conseguir deixar de escrever.

segunda-feira, outubro 29, 2007

O "ranking" das escolas

Doisneau

Já tudo foi dito sobre o “ranking” das escolas e sobre a manipulação de que é alvo. Ao fim e ao cabo, tudo se reduz a problemas sociais e a condições que umas conseguem evitar e têm e as outras não. Mas talvez valha a pena olhar para estas listas como indicadores de uma geografia da exclusão que não só existe, como é fácil marcar num mapa. Não se trata de limitar tudo a uma espécie de determinismo que reduz os resultados escolares ao dinheiro, mas de perceber que os melhores resultados estão onde há mais condições, onde há mais emprego e, sobretudo, onde faz mais sentido ter bons resultados escolares, porque daí resultam vantagens. As reformas da escola fazem-se na economia e na sociedade.

Talvez por isso, a pressa com que a Ministra da Educação veio relativizar os números. Não interessa que se generalize a ideia de que a Escola está a ser usada como a única medida social de integração, em regiões onde a resposta do Estado se tem limitado a pagar a exclusão (o RSI não tem sido outra coisa)- repare-se no novo regime de faltas dos alunos. E não interessa, porque os resultados vão ser catastróficos: ninguém investe em algo (formação escolar) cujas vantagens não percebe, sobretudo se viver rodeado de referências (a família) que há muito deixaram de ter objectivos e que, mais do que viver, sobrevivem.

Mas o “ranking” pode ser o auxiliar de planeamento, se tal coisa houver. Por exemplo, escolhendo uma das muitas listas publicadas, vemos que a Escola de São Pedro do Sul ocupa a posição 188, a de Oliveira de Frades a 210 e a de Vouzela a 393. Comparando com outras listas, há pequenas diferenças que alteram a posição entre Oliveira e São Pedro- pouco significativo. Agora, como explicar a posição de Vouzela que no passado já obteve resultados bem melhores e que trabalha num meio com características semelhantes às dos outros dois concelhos? Pequenas respostas a dúvidas como esta, são o que verdadeiramente interessa e o que pode dar algum sentido a um “ranking” que tem tido um uso exibicionista de ataque pouco fundamentado à escola pública.

quarta-feira, agosto 29, 2007

São Macário para além das eólicas

Serra de São Macário. Uma das mais deslumbrantes paisagens que ainda se podem desfrutar no nosso país. No Inverno, só é aconselhável a adeptos de emoções fortes. Mas, mal a Primavera dá os primeiros sinais, impressionam os amplos horizontes e a variedade de cores da vegetação que cobre os montes. Depois, aconselha-se uma visita à capela e arriscar a descida à conhecida Aldeia da Pena. Vale a pena. Pena é que a Câmara de São Pedro do Sul, entretida que anda a procurar espaço para construção sem sentido, não consiga uns trocos para arranjar a estrada e melhorar o aspecto geral da aldeia.

Neste Agosto de tempo incerto, as nuvens limitaram-nos as vistas. De qualquer modo, nunca nos cansamos de passear por este reino do xisto e da lousa, terminando com uma visita ao artesão António e um petisco de presunto com broa.

domingo, agosto 05, 2007

RE.CI.PRO.CO.

Trata-se da abreviatura de Relações de Cidadania entre Produtores e Consumidores (RE.CI.PRO.CO), projecto que pode vir a dar resposta à necessidade de se organizar a distribuição e promoção de produtos locais. Conta com a colaboração da ADDLAP (Associação de Desenvolvimento Dão Lafões e Alto Paiva), do Projecto Criar Raízes e da Câmara Municipal de São Pedro do Sul e quer alargar o conceito a nível nacional. Experiência a acompanhar com atenção e a conhecer melhor, aqui (e aqui). Às quartas-feiras estão em Vouzela a vender os seus cabazes, constituídos, para já, por frutos e legumes “colhidos na véspera", ervas aromáticas, mel e compotas.

segunda-feira, abril 23, 2007

Percursos pedestres: em busca do "som do silêncio"

Mapa turístico do Concelho de Vouzela

(clique na imagem para ampliar)

Já ouviu falar do “som do silêncio”? Para saber o que é, tem que abandonar as vias principais, as ruas asfaltadas, a comodidade das rotas conhecidas. Vale a pena. É desse modo que pode conhecer algumas das paisagens mais deslumbrantes que ainda existem, entrar em contacto com o “Portugal profundo” da pastorícia e do minifúndio e, finalmente, conhecer “o som do silêncio”. Não precisa de equipamento especial, muito menos do “4x4” último modelo. Vá a pé. Basta calçado confortável (de preferência com apoio do tornozelo), chapéu, água, nalguns casos um ligeiro farnel, saco para o lixo e máquina fotográfica. Não se esqueça: nunca deixe mais do que as pegadas; nunca traga mais do que fotografias (e o seu lixo, claro).

Em Lafões, já existe uma interessante oferta de percursos organizados, normalmente da responsabilidade das autarquias e das boas ideias de alguma gente que por lá trabalha. Aproveite, porque estamos na época ideal: nem muito frio, nem muito calor e toda a pujança do despertar da Natureza. Pelo meio, vai cruzar-se com monumentos megalíticos, vestígios castrejos, estradas romanas, torres medievais, os "loendros" em flor (Maio), castanheiros e matas de carvalhos. Menos provável é encontrar gatos bravos, mas pode ser o seu dia de sorte.

Deixamos aqui informações sobre as seis propostas disponíveis no Concelho de Vouzela. Se não conhece o terreno, aconselhamos os passeios organizados ou, pelo menos, um pedido de informação prévio no Posto de Turismo local (até porque alguns dos percursos não são circulares e pode necessitar de apoio de um transporte). Depois, arrisque sem receio. Quando quiser mais, volte aqui- a informação vai ficar disponível na coluna da direita, a bem da “linha” (e, sobretudo, da mente) dos que nos lêem.




Novos percursos

1- Percurso de Cambarinho; 2- Percurso do Rio Zela

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PS: Com a ajuda de “o caricas”, juntamos as propostas existentes no Concelho de São Pedro do Sul. A consultar na coluna da direita, na secção “Queima de calorias” .

PS-2: O percurso-6, "Trilho Medieval", foi incluído em Agosto de 2007.

PS-3: Iremos tentar manter esta página actualizada, à medida que surjam novos percursos.